Secretaria de Comunicação da CUT Brasília


Os professores do município de Formosa (GO) conseguiram avançar e fazer com que o prefeito Pedro Ivo de Campo Faria revisse o pagamento do retroativo do Piso Salarial Nacional do Magistério de janeiro a maio de 2012.

Na semana passada, o prefeito havia sugerido dividir o passivo trabalhista em 24 parcelas, a começar em novembro. Não deu outra: a categoria entrou em estado de greve, que seria deflagrada nesta terça-feira (23/10).

Em reunião nesta manhã com dirigentes do Sinprefor - sindicato que representa os servidores públicos municipais – e da CUT Brasília, Pedro Ivo reconsiderou a proposta inicial – que lhe rendeu o apelido de “prefeito Casas Bahia” - e propôs fazer o pagamento em cinco vezes. A primeira parcela, porém, será paga em dezembro. As quatro restantes irão para a conta do novo prefeito de Formosa. Entretanto, ele se comprometeu a avaliar a situação com o setor financeiro da prefeitura para ver a possibilidade de aumentar o valor deste primeiro pagamento. A resposta sai amanhã.

Para o diretor da CUT Brasília Mauro Mendes, que representou a Central nas negociações de hoje, a pressão dos professores resultou em um grande avanço para a categoria. “Após os encontros que tivemos hoje na prefeitura, quando o prefeito sentiu a determinação dos professores em deflagrar greve, a situação mudou radicalmente. Saímos de uma situação do pagamento em 24 parcelas para cinco parcelas. Isso prova mais uma vez que a união e a pressão dos servidores municipais fazem a diferença. O magistério de Formosa está de parabéns”.

Os professores de Formosa voltam a se reunir em assembleia nesta quarta-feira (24/10) para deliberar a proposta final da prefeitura.

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