Os ataques repudiados pela sociedade em São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina tendem a acontecer também em Goiás. A Secretaria de Segurança Pública negou ter algum conhecimento da existência de membros da organização criminosa, Primeiro Comando da Capital (PCC) no Estado. Segundo vários meios de notícias que conseguiram com exclusividade algumas provas, sustentam o contrário. O grupo está com ramificações no estado e agem de dentro e fora dos presídios, recebendo ordens dos líderes, diretamente de São Paulo e outros grandes centros.

Um “salve geral” já foi executado, a gíria é interna e comumente do PCC, para enviar um tipo de comunicado interno. Em Goiás, há informações que já foram ordenados ataques a taxistas, policiais, ônibus e veículos particulares. O ataque já foi iniciado, na noite anterior, um ex-policial militar foi morto na porta de um bar em Goiânia.

A Segurança Pública de Goiás está em alerta, mas nega qualquer conhecimento da existência do “Salve Geral”. Mesmo assim, policiais foram orientados a reforçar a segurança pessoal e de familiares.

Policial reserva assassinado
Um policial da reserva de 21 anos foi assassinado, o militar estava acompanhado com seu filho de 21 anos, quando sujeitos abordaram todos que se encontravam no recinto. O policial mesmo alvejado baleou e matou um dos criminosos, que estava com documentos falsos.

Reinaldo era integrante do PCC e estava em companhia de um comparsa que fugiu.

Ontem um sujeito se identificou como familiar de Reinaldo e foi até o Instituto Médico Legal de Goiânia reconhecer o cadáver, só que os agentes da DEIC estavam de tocaia, aguardo alguém para reconhecer o membro do PCC. O homem que foi identificado pelos policiais participa da organização criminosa paulista.

Polícia em alerta
Os policiais militares receberam determinação para que reforcem a segurança pessoal e de seus familiares.
A delegada-geral da Polícia Civil de Goiás, Adriana Accorsi, revela ter recebido orientações de policiais mineiros que interceptaram de um presidiário de Uberlândia para Goiás, “Foi uma carta em que descrevia haver possíveis ataques a policiais de Goiás, com a existência de uma possível lista de assassináveis” relata a delegada.

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