Seriam os Educadores capazes de trabalharem com alunos “ditos” portadores de Necessidades Especiais? Acho que não! Ou melhor, poucos são capazes!

É uma triste realidade, porém bem presente em escolas no Brasil!

Primeiro devemos pensar na formação docente. Será que Instituições de Ensino Superior estão formando verdadeiros Educadores? Ou estão formando apenas profissionais para entrarem em uma sala de aula para pegar o giz e passar o conteúdo no quadro enchendo a cabeça dos alunos com teorias superficiais, sem significância.

Será que as escolas têm gestores capazes de fiscalizarem e fazerem acontecer uma Educação que atenda aos alunos que necessitam de uma “Educação Especial”?

Talvez fosse um pouco pretensioso, eu, Fabiano, dizer que poucos professores e gestores são capazes de trabalharem com Inclusão. Então vamos ler trechos de grandes estudiosos sobre o assunto:

“De um lado, os professores do ensino regular não possuem preparo mínimo para trabalhar com crianças que apresentem deficiências evidentes e, por outro, grande parte dos professores do ensino especial tem muito pouco a contribuir com o trabalho pedagógico desenvolvido no ensino regular, na medida em que têm calcado e construído sua competência nas dificuldades específicas do alunado que atendem” (SILVA e RETONDO, 2008, p. 28).

Então vamos lá...
O que é Educação Especial? 
É uma modalidade da educação escolar que realiza o atendimento educacional especializado definido por uma proposta pedagógica que assegura recursos e serviços especializados para apoiar o processo de escolarização. Fundamenta-se na concepção de direitos humanos, para além da igualdade de oportunidades. Define-se pela garantia do direito de todos à educação e pela valorização das diferenças sociais, culturais, étnicas, raciais, sexuais, físicas, intelectuais, emocionais, linguísticas e outras. Tem como objetivo alterar a estrutura tradicional da escola fundamentada em padrões de ensino homogêneo e critérios de seleção e classificação.

E Educação Inclusiva? 
Refletem as conquistas dos movimentos sociais, as pesquisas desenvolvidas pelas universidades brasileiras e as experiências das escolas. Orienta os sistemas educacionais para a promoção do acesso de todos os alunos à escola da sua comunidade. Focaliza a mudança nas práticas pedagógicas e a eliminação das barreiras para o acesso ao currículo. (http://www.nlnp.net/edu-esp.htm)

Depois de tantos questionamentos, basta-nos uma função fiscalizadora e muito estudo.

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