A Syngenta, empresa com sede na Suíça acaba de anunciar um crescimento de 7% nas vendas. Considerada uma das maiores empresas de defensivos agrícolas e soluções para sementes tem filial em Formosa (GO) e conta com vários funcionários. A empresa tem filiais em todos os continentes do planeta.

A América Latina ajudou a impulsionar as vendas da companhia. A região apresentou uma forte recuperação após condições de seca que reduziram as vendas no primeiro trimestre. Em nota, a Syngenta destaca que a evolução da segunda safra de milho favoreceu a adoção de tecnologias, tanto em proteção de cultivos quanto em sementes.

"Em 2012, os preços agrícolas subiram de maneira agressiva, com condições meteorológicas adversas em várias regiões que resultaram em quebras significativas na produção, demonstrando mais uma vez a fragilidade da atual oferta global. Os produtores nas regiões afetadas tiveram que se adaptar rapidamente em relação a decisões de plantio e investimentos, ao mesmo tempo em que tiveram que lidar com desafios constantes como resistência de insetos e ervas daninhas", justifica o CEO da Syngenta, Mike Mack.

Ontem a companha anunciou que pretende investir U$S 77 milhões na expansão da unidade de beneficiamento de sementes de milho em Formosa, no estado de Goiás. O objetivo é quadruplicar a atual produção para 1,6 milhão de casas até 2015.

"A expansão (da unidade) de Formosa ajudará a suprir o crescimento da demanda e também fará parte de nossas novas soluções integradas, focadas na qualidade dos grãos, eficiência no uso de água e otimização da terra", disse o chefe de operações da Syngenta, John Atkin.

Com 110 mil hectares, a propriedade trabalha com duas safras ao ano e é bem servida de infraestrutura, facilitando a exportação. A expectativa é de que a produção de milho dobre até 2020, impulsionada pela demanda dos setores de suínos e aves. Nesse mesmo intervalo de tempo espera-se que o valor do mercado brasileiro de milho atinja U$S 2,7 bilhões, graças às safras volumosas e à crescente adoção de tecnologia no cultivo.

"O Brasil já é um dos três maiores produtores de milho do mundo e tem um tremendo potencial de crescimento no longo prazo", concluiu Atkin. As informações são da Dow Jones.

Com informações do Globo Rural, Faesp-Senar e O estadão.

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