Os servidores municipais realizaram mais um ato de greve nesta sexta-feira (27). Os grevistas reivindicam várias pautas para encerrar a greve que atinge várias áreas

Os servidores municipais que estão em greve desde o dia 11 de fevereiro realizaram mais um ato nesta sexta-feira (27). Os grevistas reivindicam várias pautas para encerrar a greve que atinge várias áreas.

A assembleia desta sexta-feira começou por 14h e contou com integrantes da direção da Central Única dos Trabalhadores do Distrito Federal. Os dirigentes do Sindicato dos Servidores Municipais de Formosa – Sinprefor repassaram os informes e abriram os microfones para quem quisesse falar.

Após os informes os servidores se dirigiram para os saguões da Prefeitura de Formosa e os dirigentes sindicais marcaram uma reunião com o secretário de Administração, Rodrigo Natividade.

A reunião iniciou por volta das 14h30 e encerrou às 19. Durante as longas horas foram discutidos assuntos estratégicos mais sem muito avanço nas negociações.

Os trabalhadores públicos municipais estão em greve em busca de Agilização nos processos atrasados desde setembro passado, incentivo funcional de todos os funcionários, titularidade e mudança de nível dos professores para que os mesmos sejam pagos e de incentivo anual dos ACS e ACE; ampliação da negociação do Plano de Carreira dos ACS e ACE em conformidade com a lei federal; correção dos pagamentos de acordo com o INPC/Data Base, que deveria ter sido pago em janeiro; garantia do pagamento do Piso Salarial dos Professores dentro do prazo previsto em lei; Restruturação da Tabela Salarial de todos os funcionários uma vez que o valor inicial do vencimento base está abaixo do salário mínimo; Melhorias nas condições do serviço público; Mais transparência e mais respeito com o funcionalismo público.

A Prefeitura de Formosa no entanto diz não possuir recursos financeiros para realizar o pagamento desses direitos mas alega reconhecer. Na última coletiva de imprensa o secretário de Administração, Rodrigo Natividade destacou que Formosa faz parte do G-100, o grupo de cem municípios brasileiros com mais dificuldades socioeconômicas. “Todas as reivindicações são legais e são aceitas pela administração. Pedimos só um tempo para adequar as contas, fazer o escalonamento e devolver isso aos servidores. A Prefeitura está de portas abertas. Sempre recebemos os representantes, sindicato ou qualquer servidor”, pontua.

A próxima assembleia será na Praça Rui Barbosa, às 16h.






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