O vice-prefeito Ramos Somar declarou publicamente que "Não dava mais para continuar", em uma clara alusão ao fim de sua aliança com a atual prefeita. No entanto, enquanto o divórcio político se desenrola sob os holofotes, os bastidores financeiros revelam que a manutenção do cargo acumulou R$ 267 mil reais e segue pesando no orçamento.
Até o rompimento, Ramos dispunha de uma estrutura administrativa padrão para o cargo: Gabinete compartilhado; Dois assessores diretos para suporte técnico e político e veículo oficial com combustível custeado pela municipalidade.
Mesmo com a sinalização de que o apoio à gestão terminou, os repasses financeiros ao vice-prefeito mantiveram-se regulares, levantando questionamentos sobre a contrapartida dos serviços prestados.
Remuneração (valor bruto)
Levantamentos realizados no Portal da Transparência mostra que, entre janeiro de 2025 e abril de 2026, Ramos Somar recebeu um total bruto de R$ 267.911,07.
O dado que mais chama a atenção refere-se ao primeiro quadrimestre de 2026. Mesmo diante do distanciamento político e de relatos de que o vice-prefeito não estaria cumprindo expediente na sede da Prefeitura, o subsídio continua sendo custeado por Formosa.
No ano de 2025: O valor alcançou R$ 198.361,79 e só não foi maior por causa do decreto de contenção de despesas.
No ano de 2026: De janeiro a abril já acumula R$ 69.549,28, com um subsídio de R$ 17.387,32 por mês.
Total: R$ 267.911,07
É importante notar que os vencimentos de 2025 poderiam ter sido maiores. O valor total previsto, somando os subsídios mensais e o 13º salário, era de R$ 219.226,55. No entanto, o vice-prefeito, assim como outros setores da administração, foi impactado pelo Decreto 2183/25. A medida visava reduzir gastos com a folha de pagamento e resultou em um corte de R$ 20.864,76 no montante que seria recebido por Ramos Somar, refletindo um esforço fiscal que atingiu o alto escalão.
A frase "não dá mais para continuar" parece ter tido um efeito unilateral até o momento. Enquanto a aliança política foi rompida publicamente, o vínculo financeiro com a folha de pagamento permanece ativo.
Até o rompimento, Ramos dispunha de uma estrutura administrativa padrão para o cargo: Gabinete compartilhado; Dois assessores diretos para suporte técnico e político e veículo oficial com combustível custeado pela municipalidade.
Mesmo com a sinalização de que o apoio à gestão terminou, os repasses financeiros ao vice-prefeito mantiveram-se regulares, levantando questionamentos sobre a contrapartida dos serviços prestados.
Remuneração (valor bruto)
Levantamentos realizados no Portal da Transparência mostra que, entre janeiro de 2025 e abril de 2026, Ramos Somar recebeu um total bruto de R$ 267.911,07.
O dado que mais chama a atenção refere-se ao primeiro quadrimestre de 2026. Mesmo diante do distanciamento político e de relatos de que o vice-prefeito não estaria cumprindo expediente na sede da Prefeitura, o subsídio continua sendo custeado por Formosa.
No ano de 2025: O valor alcançou R$ 198.361,79 e só não foi maior por causa do decreto de contenção de despesas.
No ano de 2026: De janeiro a abril já acumula R$ 69.549,28, com um subsídio de R$ 17.387,32 por mês.
Total: R$ 267.911,07
É importante notar que os vencimentos de 2025 poderiam ter sido maiores. O valor total previsto, somando os subsídios mensais e o 13º salário, era de R$ 219.226,55. No entanto, o vice-prefeito, assim como outros setores da administração, foi impactado pelo Decreto 2183/25. A medida visava reduzir gastos com a folha de pagamento e resultou em um corte de R$ 20.864,76 no montante que seria recebido por Ramos Somar, refletindo um esforço fiscal que atingiu o alto escalão.
A frase "não dá mais para continuar" parece ter tido um efeito unilateral até o momento. Enquanto a aliança política foi rompida publicamente, o vínculo financeiro com a folha de pagamento permanece ativo.

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