O tabuleiro político de Brasília sofreu um forte abalo nesta semana. O PL, partido com a maior bancada no Congresso e forte influência no Distrito Federal, indicou que deve caminhar ao lado da atual governadora, Celina Leão (PP), para a disputa do Palácio do Buriti em 2026.
A decisão, embora estratégica, expõe uma rachadura interna: a "desautorização" pública das pretensões do senador Izalci Lucas, que recentemente migrou para o partido com o sonho de governar a capital.
A decisão, embora estratégica, expõe uma rachadura interna: a "desautorização" pública das pretensões do senador Izalci Lucas, que recentemente migrou para o partido com o sonho de governar a capital.
A deputada federal e presidente do PL-DF, Bia Kicis, foi enfática ao declarar que o partido preza pela unidade e por decisões colegiadas. Em vídeo divulgado em suas redes sociais e repercutido pela CNN Brasil, Kicis deixou claro que Izalci Lucas "não fala pelo PL" ao anunciar uma pré-candidatura sem o aval da cúpula.
Para o PL, apoiar um nome viável do PP é estrategicamente mais seguro do que apostar em uma candidatura própria que poderia dividir os votos da direita.
O senador Izalci Lucas, que deixou o PSDB justamente em busca de mais espaço e apoio para sua candidatura ao GDF, encontra-se agora em uma posição delicada. Ao se lançar precocemente, ele testou a hierarquia do partido e recebeu uma resposta rápida.
O recado de Bia Kicis foi dado: em 2026, o PL no DF deve brilhar no palanque de Celina Leão.
A tendência de apoio a Celina Leão (PP) não é por acaso. O movimento consolida uma aliança de direita que busca manter a continuidade do projeto político atual. Celina, que possui forte trânsito tanto na Câmara Legislativa quanto no Congresso, é vista como o nome natural para herdar o espólio político do governador Ibaneis Rocha (MDB).
"No PL, somos um partido unido. Tomamos decisões em conjunto, conversando e ponderando. Se o senador insiste em lançar sua pré-candidatura sem falar com ninguém, ele não fala pelo partido." — Bia Kicis
Para o PL, apoiar um nome viável do PP é estrategicamente mais seguro do que apostar em uma candidatura própria que poderia dividir os votos da direita.
O senador Izalci Lucas, que deixou o PSDB justamente em busca de mais espaço e apoio para sua candidatura ao GDF, encontra-se agora em uma posição delicada. Ao se lançar precocemente, ele testou a hierarquia do partido e recebeu uma resposta rápida.
O recado de Bia Kicis foi dado: em 2026, o PL no DF deve brilhar no palanque de Celina Leão.

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