Brasília, DF - O cenário era de festa, abraços apertados e, acima de tudo, um profundo suspiro de alívio. Após 14 anos de incertezas, as famílias da Comunidade Roseli Nunes finalmente seguraram em mãos o documento que transforma posse em direito: o contrato de concessão de uso rural.
A entrega, realizada pelo Governo do Distrito Federal e liderada pela governadora marca o fim de uma longa jornada jurídica e administrativa para regularizar o assentamento.
Para muitos ali, o papel entregue representa muito mais do que burocracia. "Foi uma luta de 14 anos", destacou Katiúcia, presidente da Associação Pró-Água da comunidade. O sentimento de "finalmente o dia chegou" ecoou entre os produtores que, até então, viviam sob a sombra da insegurança sobre a permanência em suas terras.
Não foi um processo simples. Segundo Celina Leão, para que esse momento fosse possível, o governo precisou atuar em diversas frentes:
Foi necessário ajustar leis para permitir a regularização de áreas específicas. Um trabalho minucioso para garantir que a produção rural caminhe lado a lado com a preservação. O foco em atender famílias carentes que dependem exclusivamente da terra para sobreviver.
"Essas famílias terão sossego e poderão continuar produzindo para o Distrito Federal", afirmou a governadora Celina Leão durante o evento.
A regularização do Assentamento Roseli Nunes não beneficia apenas quem vive lá. Ao garantir a permanência do produtor no campo com segurança jurídica, o GDF fortalece:
Com o documento, o produtor ganha acesso a linhas de crédito e assistência técnica oficial. Famílias que antes eram invisíveis aos olhos da lei agora possuem um endereço oficial e o reconhecimento de sua história.
A entrega, realizada pelo Governo do Distrito Federal e liderada pela governadora marca o fim de uma longa jornada jurídica e administrativa para regularizar o assentamento.
Para muitos ali, o papel entregue representa muito mais do que burocracia. "Foi uma luta de 14 anos", destacou Katiúcia, presidente da Associação Pró-Água da comunidade. O sentimento de "finalmente o dia chegou" ecoou entre os produtores que, até então, viviam sob a sombra da insegurança sobre a permanência em suas terras.
Não foi um processo simples. Segundo Celina Leão, para que esse momento fosse possível, o governo precisou atuar em diversas frentes:
Foi necessário ajustar leis para permitir a regularização de áreas específicas. Um trabalho minucioso para garantir que a produção rural caminhe lado a lado com a preservação. O foco em atender famílias carentes que dependem exclusivamente da terra para sobreviver.
"Essas famílias terão sossego e poderão continuar produzindo para o Distrito Federal", afirmou a governadora Celina Leão durante o evento.
A regularização do Assentamento Roseli Nunes não beneficia apenas quem vive lá. Ao garantir a permanência do produtor no campo com segurança jurídica, o GDF fortalece:
Com o documento, o produtor ganha acesso a linhas de crédito e assistência técnica oficial. Famílias que antes eram invisíveis aos olhos da lei agora possuem um endereço oficial e o reconhecimento de sua história.

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