Rede estadual passou de 16 para 31 hospitais e chegou a 4.259 leitos; investimento total no período soma R$ 32,6 bilhões.
Em pouco mais de sete anos, a população de Goiás viu um salto nos investimentos e nos atendimentos oferecidos pela saúde pública estadual. Um dos principais gargalos do setor, as cirurgias eletivas, teve aumento expressivo: a rede estadual realizou 2.153 procedimentos em 2018, número que subiu para 35.412 no ano passado, alta de 1.545% no período.
O avanço é resultado dos investimentos na ampliação e modernização da rede pública de saúde, com a abertura de hospitais, o aumento do número de leitos e a descentralização dos atendimentos. Entre 2019 e maio de 2026, o Governo de Goiás destinou R$ 32,6 bilhões à saúde pública. O orçamento anual da área passou de R$ 2,04 bilhões, em 2018, para R$ 5,5 bilhões, em 2025, crescimento de 169%.
Para o governador Daniel Vilela (MDB), a regionalização da rede, iniciada na gestão do ex-governador Ronaldo Caiado, permitiu levar estruturas de média e alta complexidade, incluindo unidades de terapia intensiva, a diferentes regiões do estado. Segundo ele, Goiás saiu de pouco mais de 200 leitos de UTI para aproximadamente mil, estruturas que antes estavam restritas a Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis. "Hoje, temos UTIs em todas as regiões do estado", afirmou o governador.
A rede estadual de saúde passou de 16 hospitais, em 2018, para 31, em 2026. No mesmo período, ganhou seis policlínicas, modelo de unidade que não existia no início da atual gestão, em 2019. O número total de leitos hospitalares, incluindo os de UTI, praticamente dobrou, passando de 2.142, em 2019, para 4.259, em 2025, alta de 98%.
A estruturação da rede também permitiu ampliar as cirurgias de alta complexidade, que costumam exigir internação em UTI e acompanhamento especializado. O número passou de 989, em 2021, para 8.892, em 2025. Já as cirurgias eletivas ambulatoriais, que não exigem internação e permitem alta médica no mesmo dia, cresceram de 6.335, em 2018, para 146.302, em 2025, volume 23 vezes maior, com alta de 2.209%. As cirurgias de urgência também avançaram, passando de 4.330 para 76.167 no período analisado, aumento de 1.659%.
Entre 2019 e 2025, foram entregues os hospitais estaduais da Criança e do Adolescente (Hecad), do Centro-Norte Goiano (HCN), de Águas Lindas (Heal) e o Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora). Além disso, outros cinco hospitais municipais foram incorporados à rede estadual. Segundo o secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos, a capacidade hospitalar do estado dobrou no período, com ganhos de qualidade que se refletem em melhores resultados e desfechos para os pacientes.
A regionalização também foi reforçada pela estruturação da Regulação Estadual, com fila única, agendamento automático, encaminhamento regionalizado e acompanhamento dos leitos em tempo real. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a distância média percorrida pelos pacientes para ter acesso a consultas e exames caiu 31%, com reduções superiores a 50% em algumas regiões atendidas por hospitais e policlínicas. Atualmente, o tempo médio de espera na fila estadual por uma cirurgia caiu para 85 dias.
Em pouco mais de sete anos, a população de Goiás viu um salto nos investimentos e nos atendimentos oferecidos pela saúde pública estadual. Um dos principais gargalos do setor, as cirurgias eletivas, teve aumento expressivo: a rede estadual realizou 2.153 procedimentos em 2018, número que subiu para 35.412 no ano passado, alta de 1.545% no período.
O avanço é resultado dos investimentos na ampliação e modernização da rede pública de saúde, com a abertura de hospitais, o aumento do número de leitos e a descentralização dos atendimentos. Entre 2019 e maio de 2026, o Governo de Goiás destinou R$ 32,6 bilhões à saúde pública. O orçamento anual da área passou de R$ 2,04 bilhões, em 2018, para R$ 5,5 bilhões, em 2025, crescimento de 169%.
Para o governador Daniel Vilela (MDB), a regionalização da rede, iniciada na gestão do ex-governador Ronaldo Caiado, permitiu levar estruturas de média e alta complexidade, incluindo unidades de terapia intensiva, a diferentes regiões do estado. Segundo ele, Goiás saiu de pouco mais de 200 leitos de UTI para aproximadamente mil, estruturas que antes estavam restritas a Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis. "Hoje, temos UTIs em todas as regiões do estado", afirmou o governador.
A rede estadual de saúde passou de 16 hospitais, em 2018, para 31, em 2026. No mesmo período, ganhou seis policlínicas, modelo de unidade que não existia no início da atual gestão, em 2019. O número total de leitos hospitalares, incluindo os de UTI, praticamente dobrou, passando de 2.142, em 2019, para 4.259, em 2025, alta de 98%.
A estruturação da rede também permitiu ampliar as cirurgias de alta complexidade, que costumam exigir internação em UTI e acompanhamento especializado. O número passou de 989, em 2021, para 8.892, em 2025. Já as cirurgias eletivas ambulatoriais, que não exigem internação e permitem alta médica no mesmo dia, cresceram de 6.335, em 2018, para 146.302, em 2025, volume 23 vezes maior, com alta de 2.209%. As cirurgias de urgência também avançaram, passando de 4.330 para 76.167 no período analisado, aumento de 1.659%.
Entre 2019 e 2025, foram entregues os hospitais estaduais da Criança e do Adolescente (Hecad), do Centro-Norte Goiano (HCN), de Águas Lindas (Heal) e o Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora). Além disso, outros cinco hospitais municipais foram incorporados à rede estadual. Segundo o secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos, a capacidade hospitalar do estado dobrou no período, com ganhos de qualidade que se refletem em melhores resultados e desfechos para os pacientes.
A regionalização também foi reforçada pela estruturação da Regulação Estadual, com fila única, agendamento automático, encaminhamento regionalizado e acompanhamento dos leitos em tempo real. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a distância média percorrida pelos pacientes para ter acesso a consultas e exames caiu 31%, com reduções superiores a 50% em algumas regiões atendidas por hospitais e policlínicas. Atualmente, o tempo médio de espera na fila estadual por uma cirurgia caiu para 85 dias.

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