Ronaldo Caiado, candidato à Presidência relembra decisão de levar o emedebista para a vice ainda antes daquela disputa e defende continuidade do projeto iniciado em Goiás em 2019.
Daqui a menos de 15 dias, os goianos irão às urnas para escolher quem comandará Goiás pelos próximos quatro anos. Na reta final da campanha, o ex-governador e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) reforça uma escolha política feita ainda antes das eleições de 2022: Daniel Vilela (MDB). Caiado buscou pessoalmente o então adversário político para compor sua chapa e, desde aquele momento, passou a apontá-lo como seu sucessor. "Ninguém acreditava quando escolhi Daniel Vilela para a vice. Foi com um ano de antecedência", recordou. Segundo ele, "a escolha dele foi pessoal e, claro, política".
Quatro anos depois daquela eleição, Caiado defende que os goianos escolham Daniel para permanecer à frente do estado e dar continuidade ao projeto iniciado em 2019. Ao deixar o Palácio das Esmeraldas, em março deste ano, justificou a confiança construída ao longo dos últimos anos de convivência administrativa: "ele sempre ficou 24 horas no batente. Por isso, ele é o escolhido. Agora é trabalhar e vocês podem botar peso nas costas dele que ele dá conta". Caiado também ressaltou que Daniel governou ao seu lado, conhece as áreas orçamentária, municipal e estadual e participou diretamente das principais decisões da administração, resumindo que "Daniel está pronto para continuar com o melhor governo do Brasil".
Daniel também sustenta que o conhecimento adquirido ao longo dos últimos anos lhe dá segurança para continuar à frente do estado. "Conheço Goiás como a palma da minha mão. Sei dos problemas, sei das soluções, sei do potencial de cada região", afirma. Na reta final da campanha, o governador reforça a preparação para um eventual novo mandato: "eu estou muito preparado e determinado. Eu me preparei para isso".
A defesa da continuidade feita por Caiado tem como referência os resultados registrados durante os mais de sete anos em que esteve à frente do estado. Na segurança pública, dados oficiais mostram que, entre 2018 e 2025, os homicídios caíram 62%, enquanto os roubos de veículos recuaram 95%, os roubos de cargas, 98%, e os roubos a transeuntes, 92%. A política adotada no período teve como eixos a integração das forças policiais e os investimentos em inteligência, equipamentos e tecnologia.
Na saúde, a regionalização ampliou a presença da rede estadual de média e alta complexidade no interior. Hospitais estaduais e policlínicas passaram a atender diferentes regiões, enquanto a oferta de leitos de terapia intensiva avançou para municípios que antes não contavam com essa estrutura. A descentralização reduziu a concentração de serviços especializados na Região Metropolitana e se tornou um dos principais eixos da política estadual de saúde desde 2019.
Daniel acompanhou esse processo como vice-governador e, desde 31 de março, passou a conduzi-lo diretamente como governador. Para Caiado, a experiência acumulada dentro da administração estadual confirma a decisão tomada anos antes. "Escolhi o meu vice-governador para continuar o trabalho em Goiás", afirmou ao transmitir o cargo, destacando que Daniel conhece a realidade do estado e participou da construção das políticas implementadas durante sua gestão.
Agora, com a eleição se aproximando, Caiado leva para a reta final da campanha a defesa da escolha que começou a construir ainda em 2022. Na avaliação do ex-governador, Daniel reúne conhecimento da administração e experiência para dar sequência ao projeto: "vai, sem dúvida, manter um ritmo acelerado, ágil, rápido, sempre conversando e ouvindo", afirmou Caiado. Depois de escolher Daniel para caminhar ao seu lado há quatro anos, o presidenciável defende agora que os goianos confirmem nas urnas a continuidade do governador à frente de Goiás.
Daqui a menos de 15 dias, os goianos irão às urnas para escolher quem comandará Goiás pelos próximos quatro anos. Na reta final da campanha, o ex-governador e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) reforça uma escolha política feita ainda antes das eleições de 2022: Daniel Vilela (MDB). Caiado buscou pessoalmente o então adversário político para compor sua chapa e, desde aquele momento, passou a apontá-lo como seu sucessor. "Ninguém acreditava quando escolhi Daniel Vilela para a vice. Foi com um ano de antecedência", recordou. Segundo ele, "a escolha dele foi pessoal e, claro, política".
Quatro anos depois daquela eleição, Caiado defende que os goianos escolham Daniel para permanecer à frente do estado e dar continuidade ao projeto iniciado em 2019. Ao deixar o Palácio das Esmeraldas, em março deste ano, justificou a confiança construída ao longo dos últimos anos de convivência administrativa: "ele sempre ficou 24 horas no batente. Por isso, ele é o escolhido. Agora é trabalhar e vocês podem botar peso nas costas dele que ele dá conta". Caiado também ressaltou que Daniel governou ao seu lado, conhece as áreas orçamentária, municipal e estadual e participou diretamente das principais decisões da administração, resumindo que "Daniel está pronto para continuar com o melhor governo do Brasil".
Daniel também sustenta que o conhecimento adquirido ao longo dos últimos anos lhe dá segurança para continuar à frente do estado. "Conheço Goiás como a palma da minha mão. Sei dos problemas, sei das soluções, sei do potencial de cada região", afirma. Na reta final da campanha, o governador reforça a preparação para um eventual novo mandato: "eu estou muito preparado e determinado. Eu me preparei para isso".
A defesa da continuidade feita por Caiado tem como referência os resultados registrados durante os mais de sete anos em que esteve à frente do estado. Na segurança pública, dados oficiais mostram que, entre 2018 e 2025, os homicídios caíram 62%, enquanto os roubos de veículos recuaram 95%, os roubos de cargas, 98%, e os roubos a transeuntes, 92%. A política adotada no período teve como eixos a integração das forças policiais e os investimentos em inteligência, equipamentos e tecnologia.
Na saúde, a regionalização ampliou a presença da rede estadual de média e alta complexidade no interior. Hospitais estaduais e policlínicas passaram a atender diferentes regiões, enquanto a oferta de leitos de terapia intensiva avançou para municípios que antes não contavam com essa estrutura. A descentralização reduziu a concentração de serviços especializados na Região Metropolitana e se tornou um dos principais eixos da política estadual de saúde desde 2019.
Daniel acompanhou esse processo como vice-governador e, desde 31 de março, passou a conduzi-lo diretamente como governador. Para Caiado, a experiência acumulada dentro da administração estadual confirma a decisão tomada anos antes. "Escolhi o meu vice-governador para continuar o trabalho em Goiás", afirmou ao transmitir o cargo, destacando que Daniel conhece a realidade do estado e participou da construção das políticas implementadas durante sua gestão.
Agora, com a eleição se aproximando, Caiado leva para a reta final da campanha a defesa da escolha que começou a construir ainda em 2022. Na avaliação do ex-governador, Daniel reúne conhecimento da administração e experiência para dar sequência ao projeto: "vai, sem dúvida, manter um ritmo acelerado, ágil, rápido, sempre conversando e ouvindo", afirmou Caiado. Depois de escolher Daniel para caminhar ao seu lado há quatro anos, o presidenciável defende agora que os goianos confirmem nas urnas a continuidade do governador à frente de Goiás.

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