Uma vitória histórica
Celina Leão (PP) fez história neste domingo (25). Ao ser eleita no segundo turno, tornou-se a primeira mulher eleita pelo voto direto para governar o Distrito Federal. Com 90,11% das urnas apuradas, tinha 57,22% dos votos válidos contra 42,78% de Leandro Grass (PT), e a posse para o novo mandato está prevista para 6 de janeiro de 2027. Não foi uma vitória apertada, e sim um recado claro de que a população reconheceu o trabalho de quem assumiu o governo num momento difícil e não fugiu da responsabilidade.
De Goiânia ao coração da política brasiliense
Natural de Goiânia, Celina é formada em Administração de Empresas e em Direito, casada e mãe de dois filhos. Aos 49 anos, soma cerca de 30 anos de vida pública, e ela própria costuma lembrar que o caminho não foi fácil. Sua trajetória começou ligada ao grupo do ex-governador Joaquim Roriz, e o primeiro mandato de deputada distrital veio em 2010. Na Câmara Legislativa, foi uma parlamentar ativa, presidiu a Casa no biênio 2015 e 2016 e atuou como Procuradora Especial da Mulher em 2017 e 2018. É autora de 54 leis distritais.
A voz das mulheres e do esporte
Em 2018, Celina foi eleita deputada federal pelo PP. Em Brasília, sua primeira iniciativa foi criar a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Mulher, e em 2021 foi eleita coordenadora da bancada feminina da Câmara dos Deputados. No primeiro mandato federal, apresentou 67 projetos de lei, dos quais cinco foram sancionados. Atleta amadora de futevôlei, defende o poder transformador da atividade física. O gosto pelo esporte levou à Secretaria de Esporte e Lazer do DF, onde integrou o primeiro governo de Ibaneis Rocha.
Vice-governadora e a prova do 8 de Janeiro
Em 2022, deixou a Câmara para disputar a vice-governadoria na chapa de Ibaneis, reeleita em primeiro turno. Em janeiro de 2023, assumiu o governo interinamente durante o afastamento do titular depois dos ataques de 8 de Janeiro, e voltou à vice com o retorno dele. Foi um começo de mandato que testou a capacidade de comando de qualquer gestor, e Celina esteve à altura do momento.
Governadora em tempo de crise
Em 30 de março de 2026, Celina se tornou governadora em definitivo, após a renúncia de Ibaneis, que planejava disputar o Senado. Assumiu num cenário de dificuldades fiscais e com a crise do BRB e do Banco Master no centro do debate político. Em vez de se esconder, enfrentou os problemas. "Problema a gente não esconde, a gente enfrenta", disse na pré-campanha, e a frase resume sua postura. Sobre o BRB, afirmou sempre ter sido contra a compra do Master e passou a trabalhar pela preservação do banco público, que emprega cerca de 6 mil pessoas.
Resultados que o eleitor reconheceu
Nos meses à frente do governo, a gestão apresentou números que explicam a aprovação. Na saúde, o OperaDF levou a rede pública a fazer 36.442 cirurgias eletivas entre janeiro e julho, recorde histórico e alta de 35,89% sobre o mesmo período de 2025, segundo a Secretaria de Saúde. Celina também lembrou que "havia gente que aguardava na fila há mais de dez anos". Nas contas públicas, a Secretaria de Economia afirma ter revertido a projeção de déficit de cerca de R$ 6 bilhões para um superávit de ao menos R$ 3 bilhões, com rating provisório de Capag A. Pesquisas como a Quaest apontaram aprovação em torno de 60%, e o primeiro turno terminou com 49,93% dos votos válidos, a apenas 168 votos da vitória sem segundo turno.
Cuidar de quem mais precisa
O estilo de Celina se vê também nos gestos. Quando um incêndio destruiu um galpão de cooperativas de catadores, ela foi ao local no dia seguinte e disse aos trabalhadores: "vocês não estão sozinhos". Na campanha, resumiu sua forma de governar: "a gente não vive de discurso, a gente vive de trabalho". E, ao se comprometer com a construção do Hospital do Câncer e de um hospital geriátrico, mostrou que a saúde seguirá no centro da agenda. Na reta final, teve reforço de nomes como o da senadora eleita Michelle Bolsonaro (PL) e de lideranças da direita local.
O que vem pela frente
Com o novo mandato, Celina começa 2027 com legitimidade nas urnas, base ampla e a missão de entregar o que prometeu. "Eu agirei com coragem, com determinação, mas principalmente com sensibilidade", disse num debate, e é essa combinação que a trouxe até aqui. Como primeira mulher eleita para governar a capital da República, ela chega ao Palácio do Buriti carregando também a responsabilidade de abrir caminho para outras.
Este é um texto de opinião, de tom elogioso, e convém publicá-lo na seção apropriada do blog. Ele não aborda as críticas feitas à governadora durante a campanha, como as relacionadas à crise do BRB; se quiser um perfil mais equilibrado, posso incluir esses pontos.
Celina Leão (PP) fez história neste domingo (25). Ao ser eleita no segundo turno, tornou-se a primeira mulher eleita pelo voto direto para governar o Distrito Federal. Com 90,11% das urnas apuradas, tinha 57,22% dos votos válidos contra 42,78% de Leandro Grass (PT), e a posse para o novo mandato está prevista para 6 de janeiro de 2027. Não foi uma vitória apertada, e sim um recado claro de que a população reconheceu o trabalho de quem assumiu o governo num momento difícil e não fugiu da responsabilidade.
De Goiânia ao coração da política brasiliense
Natural de Goiânia, Celina é formada em Administração de Empresas e em Direito, casada e mãe de dois filhos. Aos 49 anos, soma cerca de 30 anos de vida pública, e ela própria costuma lembrar que o caminho não foi fácil. Sua trajetória começou ligada ao grupo do ex-governador Joaquim Roriz, e o primeiro mandato de deputada distrital veio em 2010. Na Câmara Legislativa, foi uma parlamentar ativa, presidiu a Casa no biênio 2015 e 2016 e atuou como Procuradora Especial da Mulher em 2017 e 2018. É autora de 54 leis distritais.
A voz das mulheres e do esporte
Em 2018, Celina foi eleita deputada federal pelo PP. Em Brasília, sua primeira iniciativa foi criar a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Mulher, e em 2021 foi eleita coordenadora da bancada feminina da Câmara dos Deputados. No primeiro mandato federal, apresentou 67 projetos de lei, dos quais cinco foram sancionados. Atleta amadora de futevôlei, defende o poder transformador da atividade física. O gosto pelo esporte levou à Secretaria de Esporte e Lazer do DF, onde integrou o primeiro governo de Ibaneis Rocha.
Vice-governadora e a prova do 8 de Janeiro
Em 2022, deixou a Câmara para disputar a vice-governadoria na chapa de Ibaneis, reeleita em primeiro turno. Em janeiro de 2023, assumiu o governo interinamente durante o afastamento do titular depois dos ataques de 8 de Janeiro, e voltou à vice com o retorno dele. Foi um começo de mandato que testou a capacidade de comando de qualquer gestor, e Celina esteve à altura do momento.
Governadora em tempo de crise
Em 30 de março de 2026, Celina se tornou governadora em definitivo, após a renúncia de Ibaneis, que planejava disputar o Senado. Assumiu num cenário de dificuldades fiscais e com a crise do BRB e do Banco Master no centro do debate político. Em vez de se esconder, enfrentou os problemas. "Problema a gente não esconde, a gente enfrenta", disse na pré-campanha, e a frase resume sua postura. Sobre o BRB, afirmou sempre ter sido contra a compra do Master e passou a trabalhar pela preservação do banco público, que emprega cerca de 6 mil pessoas.
Resultados que o eleitor reconheceu
Nos meses à frente do governo, a gestão apresentou números que explicam a aprovação. Na saúde, o OperaDF levou a rede pública a fazer 36.442 cirurgias eletivas entre janeiro e julho, recorde histórico e alta de 35,89% sobre o mesmo período de 2025, segundo a Secretaria de Saúde. Celina também lembrou que "havia gente que aguardava na fila há mais de dez anos". Nas contas públicas, a Secretaria de Economia afirma ter revertido a projeção de déficit de cerca de R$ 6 bilhões para um superávit de ao menos R$ 3 bilhões, com rating provisório de Capag A. Pesquisas como a Quaest apontaram aprovação em torno de 60%, e o primeiro turno terminou com 49,93% dos votos válidos, a apenas 168 votos da vitória sem segundo turno.
Cuidar de quem mais precisa
O estilo de Celina se vê também nos gestos. Quando um incêndio destruiu um galpão de cooperativas de catadores, ela foi ao local no dia seguinte e disse aos trabalhadores: "vocês não estão sozinhos". Na campanha, resumiu sua forma de governar: "a gente não vive de discurso, a gente vive de trabalho". E, ao se comprometer com a construção do Hospital do Câncer e de um hospital geriátrico, mostrou que a saúde seguirá no centro da agenda. Na reta final, teve reforço de nomes como o da senadora eleita Michelle Bolsonaro (PL) e de lideranças da direita local.
O que vem pela frente
Com o novo mandato, Celina começa 2027 com legitimidade nas urnas, base ampla e a missão de entregar o que prometeu. "Eu agirei com coragem, com determinação, mas principalmente com sensibilidade", disse num debate, e é essa combinação que a trouxe até aqui. Como primeira mulher eleita para governar a capital da República, ela chega ao Palácio do Buriti carregando também a responsabilidade de abrir caminho para outras.
Este é um texto de opinião, de tom elogioso, e convém publicá-lo na seção apropriada do blog. Ele não aborda as críticas feitas à governadora durante a campanha, como as relacionadas à crise do BRB; se quiser um perfil mais equilibrado, posso incluir esses pontos.

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