Candidato do MDB obteve 58,82% dos votos válidos e ficou à frente de Wilder Morais, Luis Cesar Bueno e Marconi Perillo.
Daniel Vilela foi reeleito governador de Goiás neste domingo (4), no primeiro turno das eleições de 2026. O candidato do MDB obteve 58,82% dos votos válidos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até 19h30, 90,14% das urnas haviam sido totalizadas no estado.
Vilela ficou à frente de Wilder Morais, que recebeu 22,25% dos votos. Na sequência, aparecem Luis Cesar Bueno, com 9,74%, Marconi Perillo, com 8,82%, Luciana Amorim, com 0,33%, e Danilo da Silva, com 0,03%.
A eleição para governador é definida em primeiro turno quando uma candidatura obtém mais da metade dos votos válidos. Com o resultado, não haverá segundo turno para o governo de Goiás.
Atual governador de Goiás, Daniel Vilela assumiu o cargo em março de 2026, após a renúncia de Ronaldo Caiado. Formado em direito, foi vereador, deputado estadual e deputado federal, tendo também presidido a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.
A votação para governador ocorreu simultaneamente à eleição para presidente, senador e deputados federal, estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal.
Daniel Vilela foi reeleito governador de Goiás neste domingo (4), no primeiro turno das eleições de 2026. O candidato do MDB obteve 58,82% dos votos válidos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até 19h30, 90,14% das urnas haviam sido totalizadas no estado.
Vilela ficou à frente de Wilder Morais, que recebeu 22,25% dos votos. Na sequência, aparecem Luis Cesar Bueno, com 9,74%, Marconi Perillo, com 8,82%, Luciana Amorim, com 0,33%, e Danilo da Silva, com 0,03%.
A eleição para governador é definida em primeiro turno quando uma candidatura obtém mais da metade dos votos válidos. Com o resultado, não haverá segundo turno para o governo de Goiás.
Atual governador de Goiás, Daniel Vilela assumiu o cargo em março de 2026, após a renúncia de Ronaldo Caiado. Formado em direito, foi vereador, deputado estadual e deputado federal, tendo também presidido a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.
A votação para governador ocorreu simultaneamente à eleição para presidente, senador e deputados federal, estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal.

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