Nova instalação do IgesDF fortalece a assistência, expande o atendimento nas UPAs e dá início à teleconsulta pediátrica no Distrito Federal.
Menor tempo de espera, maior agilidade no atendimento e a possibilidade de consultar um médico especialista a distância agora fazem parte do cotidiano de crianças e famílias que utilizam as UPAs do Distrito Federal. Com ênfase na qualidade do cuidado e na vivência do cidadão, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) inaugurou, nesta quarta-feira (21), o primeiro Complexo de Telessaúde da rede pública do Distrito. Esta nova estrutura estabelece a teleassistência como uma política permanente de gestão e aprimoramento do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS).
A inauguração representa a implementação oficial da teleconsulta pediátrica na UPA do Recanto das Emas. Pela primeira vez no DF, crianças terão acesso a atendimento especializado remoto dentro de uma unidade de pronto atendimento. A proposta organiza os processos assistenciais, diminui o tempo de espera e melhora a resposta da rede durante períodos de alta demanda, especialmente na sazonalidade das doenças respiratórias.
Na cerimônia inaugural, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a influência positiva da telessaúde sobre a organização da rede e a experiência do cidadão.
Estrutura Estratégica
Planejado para funcionar ininterruptamente e acompanhar a ampliação dos serviços, o Complexo de Telessaúde possui 14 baias individuais, equipadas com controle acústico, garantindo privacidade e estabilidade tecnológica, assegurando a segurança e a qualidade nos atendimentos remotos.
Além de realizar teleconsultas, o espaço facilita a teleinterconsulta, interligando médicos das UPAs a especialistas dos hospitais da rede IgesDF, tais como o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria e o Hospital Cidade do Sol. Essa integração resulta em diagnósticos mais rápidos, fortalece as equipes de linha de frente e previne transferências desnecessárias.
Na prática, os benefícios já são visíveis no cotidiano das unidades. Pacientes com condições menos complexas são avaliados remotamente e, quando necessário, recebem alta sem a necessidade de atendimento presencial, contribuindo para a diminuição das filas e do tempo de espera.
Menor tempo de espera, maior agilidade no atendimento e a possibilidade de consultar um médico especialista a distância agora fazem parte do cotidiano de crianças e famílias que utilizam as UPAs do Distrito Federal. Com ênfase na qualidade do cuidado e na vivência do cidadão, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) inaugurou, nesta quarta-feira (21), o primeiro Complexo de Telessaúde da rede pública do Distrito. Esta nova estrutura estabelece a teleassistência como uma política permanente de gestão e aprimoramento do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS).
A inauguração representa a implementação oficial da teleconsulta pediátrica na UPA do Recanto das Emas. Pela primeira vez no DF, crianças terão acesso a atendimento especializado remoto dentro de uma unidade de pronto atendimento. A proposta organiza os processos assistenciais, diminui o tempo de espera e melhora a resposta da rede durante períodos de alta demanda, especialmente na sazonalidade das doenças respiratórias.
Na cerimônia inaugural, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a influência positiva da telessaúde sobre a organização da rede e a experiência do cidadão.
Estrutura Estratégica
Planejado para funcionar ininterruptamente e acompanhar a ampliação dos serviços, o Complexo de Telessaúde possui 14 baias individuais, equipadas com controle acústico, garantindo privacidade e estabilidade tecnológica, assegurando a segurança e a qualidade nos atendimentos remotos.
Além de realizar teleconsultas, o espaço facilita a teleinterconsulta, interligando médicos das UPAs a especialistas dos hospitais da rede IgesDF, tais como o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria e o Hospital Cidade do Sol. Essa integração resulta em diagnósticos mais rápidos, fortalece as equipes de linha de frente e previne transferências desnecessárias.
Na prática, os benefícios já são visíveis no cotidiano das unidades. Pacientes com condições menos complexas são avaliados remotamente e, quando necessário, recebem alta sem a necessidade de atendimento presencial, contribuindo para a diminuição das filas e do tempo de espera.

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