Encontro promovido pela Band reuniu seis candidatos no Teatro do Sesc de Ceilândia neste domingo (9); governadora foi cobrada sobre a crise do BRB e a saúde pública, e respondeu detalhando números da própria gestão.
Neste domingo (9), a Band Brasília realizou o primeiro debate entre os candidatos ao governo do Distrito Federal para as eleições de 2026, reunindo seis postulantes ao Palácio do Buriti: a governadora e candidata à reeleição Celina Leão (PP), o ex-governador José Roberto Arruda (PSD), Kiko Caputo (Novo), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB) e Ricardo Cappelli (PSB). O encontro foi realizado no Teatro do Sesc de Ceilândia, com mediação dos jornalistas Rodrigo Orengo e Lana Cânepa, e teve duração aproximada de duas horas.
A escolha de sediar o primeiro debate fora do Plano Piloto mudou o enquadramento da campanha logo na largada, já que temas como transporte público, filas em unidades básicas de saúde, vagas em creches e segurança nas quadras comerciais pesam de forma diferente em regiões como Ceilândia, Samambaia ou Recanto das Emas. O formato foi dividido em três momentos: perguntas temáticas em ordem definida por sorteio, uma etapa com mais flexibilidade na administração do tempo de resposta e tréplica, e uma rodada final em que os próprios candidatos escolheram adversários para confrontos diretos sobre temas específicos. Saúde, educação, mobilidade, segurança e economia estiveram entre os assuntos abordados.
O encontro teve como principal característica a concentração de críticas e questionamentos direcionados à governadora Celina Leão. Em diversos momentos, os adversários voltaram os questionamentos para temas sensíveis da atual gestão, como a crise envolvendo o BRB e o Banco Master, os problemas da saúde pública e a situação fiscal encontrada pelo atual governo.
Durante o encontro, Celina Leão afirmou que não escolheu os problemas que herdou da gestão anterior, mas que assumiu a responsabilidade de enfrentá-los, destacando a crise do Banco Regional de Brasília e afirmando que lutará para defender o patrimônio do Distrito Federal. Questionada sobre o escândalo envolvendo o BRB e o Banco Master, a governadora disse ter sido contrária à operação de aquisição do banco, mas ressaltou que, na condição de governadora, tem a responsabilidade de buscar uma solução para o problema.
O confronto com Ricardo Cappelli concentrou-se em saúde pública e gestão orçamentária, com questionamentos sobre falta de insumos, acusações de corrupção em gestões passadas e provocações pessoais sobre a trajetória dos candidatos na capital. Na resposta, Celina defendeu os procedimentos realizados sob seu mandato e buscou responsabilizar administrações anteriores ligadas ao grupo político de Cappelli. A governadora citou números específicos da gestão: cerca de 200 mil consultas teriam sido agendadas na rede pública, das quais 15 mil procedimentos já haviam sido realizados para desafogar os hospitais e liberar atendimento a urgências e emergências. Segundo ela, mais de 700 médicos foram contratados desde que assumiu o governo, incluindo profissionais destinados à atenção básica com recursos remanejados da comemoração do aniversário de Brasília. Ainda de acordo com a governadora, cinco hospitais tiveram ordem de serviço assinada durante sua gestão, e o Hospital do Recanto das Emas já está na segunda laje da obra.
Ao final da tréplica, Celina mencionou investimentos superiores a R$ 60 milhões em obras dentro de hospitais desde que assumiu o cargo, citou a instalação de aparelhos de tomografia em cada unidade hospitalar e afirmou fazer questão de visitar pessoalmente UPAs e hospitais. Resumiu sua atuação dizendo que "a gente não vive de discurso, a gente vive de trabalho".
Os demais pré-candidatos também apresentaram suas propostas. José Roberto Arruda defendeu a ampliação do metrô do Distrito Federal e sugeriu a criação de quatro novas linhas. Kiko Caputo, Leandro Grass, Paula Belmonte e Ricardo Cappelli buscaram consolidar seus nomes em uma disputa que ainda conta com parcela relevante do eleitorado sem candidato definido.
Com a campanha avançando, os próximos encontros deverão indicar se os candidatos vão ampliar a apresentação de propostas ou manter o foco nos ataques à atual governadora. O debate marcou a abertura da temporada eleitoral da Band em 2026, que promove encontros simultâneos em outros 12 estados, e os candidatos que avançarem ao segundo turno participarão de um debate final entre os dias 7 e 18 de outubro.
Neste domingo (9), a Band Brasília realizou o primeiro debate entre os candidatos ao governo do Distrito Federal para as eleições de 2026, reunindo seis postulantes ao Palácio do Buriti: a governadora e candidata à reeleição Celina Leão (PP), o ex-governador José Roberto Arruda (PSD), Kiko Caputo (Novo), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB) e Ricardo Cappelli (PSB). O encontro foi realizado no Teatro do Sesc de Ceilândia, com mediação dos jornalistas Rodrigo Orengo e Lana Cânepa, e teve duração aproximada de duas horas.
A escolha de sediar o primeiro debate fora do Plano Piloto mudou o enquadramento da campanha logo na largada, já que temas como transporte público, filas em unidades básicas de saúde, vagas em creches e segurança nas quadras comerciais pesam de forma diferente em regiões como Ceilândia, Samambaia ou Recanto das Emas. O formato foi dividido em três momentos: perguntas temáticas em ordem definida por sorteio, uma etapa com mais flexibilidade na administração do tempo de resposta e tréplica, e uma rodada final em que os próprios candidatos escolheram adversários para confrontos diretos sobre temas específicos. Saúde, educação, mobilidade, segurança e economia estiveram entre os assuntos abordados.
O encontro teve como principal característica a concentração de críticas e questionamentos direcionados à governadora Celina Leão. Em diversos momentos, os adversários voltaram os questionamentos para temas sensíveis da atual gestão, como a crise envolvendo o BRB e o Banco Master, os problemas da saúde pública e a situação fiscal encontrada pelo atual governo.
Durante o encontro, Celina Leão afirmou que não escolheu os problemas que herdou da gestão anterior, mas que assumiu a responsabilidade de enfrentá-los, destacando a crise do Banco Regional de Brasília e afirmando que lutará para defender o patrimônio do Distrito Federal. Questionada sobre o escândalo envolvendo o BRB e o Banco Master, a governadora disse ter sido contrária à operação de aquisição do banco, mas ressaltou que, na condição de governadora, tem a responsabilidade de buscar uma solução para o problema.
O confronto com Ricardo Cappelli concentrou-se em saúde pública e gestão orçamentária, com questionamentos sobre falta de insumos, acusações de corrupção em gestões passadas e provocações pessoais sobre a trajetória dos candidatos na capital. Na resposta, Celina defendeu os procedimentos realizados sob seu mandato e buscou responsabilizar administrações anteriores ligadas ao grupo político de Cappelli. A governadora citou números específicos da gestão: cerca de 200 mil consultas teriam sido agendadas na rede pública, das quais 15 mil procedimentos já haviam sido realizados para desafogar os hospitais e liberar atendimento a urgências e emergências. Segundo ela, mais de 700 médicos foram contratados desde que assumiu o governo, incluindo profissionais destinados à atenção básica com recursos remanejados da comemoração do aniversário de Brasília. Ainda de acordo com a governadora, cinco hospitais tiveram ordem de serviço assinada durante sua gestão, e o Hospital do Recanto das Emas já está na segunda laje da obra.
Ao final da tréplica, Celina mencionou investimentos superiores a R$ 60 milhões em obras dentro de hospitais desde que assumiu o cargo, citou a instalação de aparelhos de tomografia em cada unidade hospitalar e afirmou fazer questão de visitar pessoalmente UPAs e hospitais. Resumiu sua atuação dizendo que "a gente não vive de discurso, a gente vive de trabalho".
Os demais pré-candidatos também apresentaram suas propostas. José Roberto Arruda defendeu a ampliação do metrô do Distrito Federal e sugeriu a criação de quatro novas linhas. Kiko Caputo, Leandro Grass, Paula Belmonte e Ricardo Cappelli buscaram consolidar seus nomes em uma disputa que ainda conta com parcela relevante do eleitorado sem candidato definido.
Com a campanha avançando, os próximos encontros deverão indicar se os candidatos vão ampliar a apresentação de propostas ou manter o foco nos ataques à atual governadora. O debate marcou a abertura da temporada eleitoral da Band em 2026, que promove encontros simultâneos em outros 12 estados, e os candidatos que avançarem ao segundo turno participarão de um debate final entre os dias 7 e 18 de outubro.

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