Em participação no programa Vozes da Comunidade, a governadora Celina Leão (PP) apresentou as medidas prioritárias para reestruturar a rede pública de saúde do Distrito Federal. A chefe do Executivo distrital destacou que a solução dos problemas históricos exige a ampliação do quadro de pessoal e a modernização dos hospitais. "Não adianta você ter hospital, você ter UBS sem médico. Não adianta você construir mais hospitais sem mão de obra", pontuou Celina ao justificar as recentes contratações e os investimentos no setor.
Para reduzir o represamento de procedimentos, a governadora defendeu a aprovação do projeto "SUS Candango", enviado à Câmara Legislativa para pactuar atendimentos de média e baixa complexidade com a rede privada. Questionada sobre as metas de atendimento, Celina foi categórica: "Essa fila ela existe desde o governo do Agnelo, do Arruda, do Rollemberg e ninguém tratou essa fila. Nenhum candidato que fala em zerar fila ele tá falando a verdade com a população, porque você tem uma fila pequena, amanhã ela aumenta. Então você tem que falar em tempo digno de espera". O cronograma atual engloba a execução de 20 mil cirurgias e 200 mil consultas especializadas, gerando cerca de 700 mil procedimentos com exames.
A governadora também anunciou a entrega de sete novas Unidades de Pronto Atendimento (sendo cinco ainda este ano), a compra de 13 novos tomógrafos para garantir equipamentos próprios em cada hospital regional e quase R$ 100 milhões em reformas internas de UTIs e centros obstétricos. Sobre as intervenções físicas, a gestora enfatizou: "Você não pode parar a saúde para fazer as reformas que ela precisa de fazer. Então você tem que reformar com toda a saúde funcionando e estruturar".
Para reduzir o represamento de procedimentos, a governadora defendeu a aprovação do projeto "SUS Candango", enviado à Câmara Legislativa para pactuar atendimentos de média e baixa complexidade com a rede privada. Questionada sobre as metas de atendimento, Celina foi categórica: "Essa fila ela existe desde o governo do Agnelo, do Arruda, do Rollemberg e ninguém tratou essa fila. Nenhum candidato que fala em zerar fila ele tá falando a verdade com a população, porque você tem uma fila pequena, amanhã ela aumenta. Então você tem que falar em tempo digno de espera". O cronograma atual engloba a execução de 20 mil cirurgias e 200 mil consultas especializadas, gerando cerca de 700 mil procedimentos com exames.
A governadora também anunciou a entrega de sete novas Unidades de Pronto Atendimento (sendo cinco ainda este ano), a compra de 13 novos tomógrafos para garantir equipamentos próprios em cada hospital regional e quase R$ 100 milhões em reformas internas de UTIs e centros obstétricos. Sobre as intervenções físicas, a gestora enfatizou: "Você não pode parar a saúde para fazer as reformas que ela precisa de fazer. Então você tem que reformar com toda a saúde funcionando e estruturar".
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