Imunização gratuita para cães e gatos é permanente em pontos fixos da capital; autoridades reforçam o cuidado após caso confirmado no Lago Norte.
A proteção contra a raiva no Distrito Federal não se encerra com o fim de agosto. A vacina antirrábica, fundamental para a saúde de cães e gatos, continuará disponível gratuitamente durante todo o mês de setembro e pelo restante do ano. Os tutores que ainda não imunizaram seus animais de estimação podem procurar os pontos fixos de atendimento, que são geridos pela Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses (GVAZ) e pelos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental (Nuval).
A importância da imunização constante ganhou um novo alerta recentemente, com a confirmação de um caso da doença em um cachorro na região do Lago Norte. Como o vírus circula de forma natural entre a fauna silvestre, com grande incidência entre os morcegos, a recomendação das autoridades de saúde é muito clara: até mesmo os pets que vivem exclusivamente dentro de apartamentos ou casas fechadas correm riscos e precisam estar com o esquema vacinal em dia. O cuidado previne não apenas a infecção do animal, mas também bloqueia a transmissão direta para os seres humanos.
Para garantir que a proteção da comunidade seja contínua, e não apenas restrita aos períodos de mobilização massiva, a aplicação da dose deve ser renovada anualmente. Cães e felinos saudáveis já estão aptos a receber a imunização a partir dos três meses de vida, bastando que o responsável busque um dos postos de saúde animal da capital em horário comercial.
A proteção contra a raiva no Distrito Federal não se encerra com o fim de agosto. A vacina antirrábica, fundamental para a saúde de cães e gatos, continuará disponível gratuitamente durante todo o mês de setembro e pelo restante do ano. Os tutores que ainda não imunizaram seus animais de estimação podem procurar os pontos fixos de atendimento, que são geridos pela Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses (GVAZ) e pelos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental (Nuval).
A importância da imunização constante ganhou um novo alerta recentemente, com a confirmação de um caso da doença em um cachorro na região do Lago Norte. Como o vírus circula de forma natural entre a fauna silvestre, com grande incidência entre os morcegos, a recomendação das autoridades de saúde é muito clara: até mesmo os pets que vivem exclusivamente dentro de apartamentos ou casas fechadas correm riscos e precisam estar com o esquema vacinal em dia. O cuidado previne não apenas a infecção do animal, mas também bloqueia a transmissão direta para os seres humanos.
Para garantir que a proteção da comunidade seja contínua, e não apenas restrita aos períodos de mobilização massiva, a aplicação da dose deve ser renovada anualmente. Cães e felinos saudáveis já estão aptos a receber a imunização a partir dos três meses de vida, bastando que o responsável busque um dos postos de saúde animal da capital em horário comercial.

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