Com plenário lotado por servidores (parte) que seguem sem receber até este dia 13/10, vereadores acolhem pedidos do Sintego e do Sinprefor; múltiplos pedidos de impeachment contra a prefeita Simone Ribeiro entram em pauta na próxima semana.
Em uma sessão marcada por forte comoção e pressão popular, a Câmara Municipal de Formosa aprovou a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a gestão das contas públicas da Prefeitura Municipal. A medida foi motivada pela crise nos pagamentos do funcionalismo municipal, que deixou trabalhadores sem seus salários na data prevista quadro que persiste, visto que parte dos servidores públicos segue sem receber os vencimentos até esta terça-feira, 13 de outubro.
A mobilização nas galerias foi decisiva para o andamento dos trabalhos. Moradores e servidores lotaram todas as dependências do plenário da Casa de Leis para cobrar celeridade e transparência da classe política. O embasamento formal para a abertura da investigação contou com forte atuação sindical: foram acolhidos o Ofício nº 186/2026/SG/PR, protocolado pelo SINTEGO (solicitando providências para a instalação da comissão), além de um abaixo-assinado e requerimento popular apresentado pelo SINPREFOR com o mesmo objetivo.
Deliberação e sorteio da Comissão
Após as manifestações inflamadas nas galerias e na tribuna, o Plenário colocou a matéria em deliberação e aprovou a abertura da apuração. Logo em seguida, o Presidente da Câmara declarou oficialmente instalada a CPI e deu início ao sorteio regimental que definiu os cinco parlamentares responsáveis por conduzir os trabalhos e suas respectivas atribuições:
Em uma sessão marcada por forte comoção e pressão popular, a Câmara Municipal de Formosa aprovou a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a gestão das contas públicas da Prefeitura Municipal. A medida foi motivada pela crise nos pagamentos do funcionalismo municipal, que deixou trabalhadores sem seus salários na data prevista quadro que persiste, visto que parte dos servidores públicos segue sem receber os vencimentos até esta terça-feira, 13 de outubro.
A mobilização nas galerias foi decisiva para o andamento dos trabalhos. Moradores e servidores lotaram todas as dependências do plenário da Casa de Leis para cobrar celeridade e transparência da classe política. O embasamento formal para a abertura da investigação contou com forte atuação sindical: foram acolhidos o Ofício nº 186/2026/SG/PR, protocolado pelo SINTEGO (solicitando providências para a instalação da comissão), além de um abaixo-assinado e requerimento popular apresentado pelo SINPREFOR com o mesmo objetivo.
Deliberação e sorteio da Comissão
Após as manifestações inflamadas nas galerias e na tribuna, o Plenário colocou a matéria em deliberação e aprovou a abertura da apuração. Logo em seguida, o Presidente da Câmara declarou oficialmente instalada a CPI e deu início ao sorteio regimental que definiu os cinco parlamentares responsáveis por conduzir os trabalhos e suas respectivas atribuições:
Presidente: Vereador Mundim (oposição), primeiro sorteado;
Relator: Vereador Dr. Luiz Fernando (membro da base governista), segundo sorteado;
1º Membro: Vereador Lorão, terceiro sorteado;
2º Membro: Vereador Valdson, quarto sorteado;
3º Membro: Vereador Wélio, quinto sorteado.
O resultado do sorteio consolidou uma composição de grande equilíbrio e tensão política: a presidência nas mãos de um parlamentar oposicionista frente à relatoria conduzida por um integrante da base aliada da prefeita Simone Ribeiro (União Brasil). A comissão terá amplos poderes de investigação para auditar receitas, balancetes, transferências constitucionais e o fluxo de caixa do Tesouro Municipal, buscando identificar as razões do colapso financeiro que atingiu a folha de pagamento.
Próximo passo: pedidos de impeachment
A crise política e fiscal do Executivo, no entanto, promete novos desdobramentos já nos próximos dias. A Mesa Diretora da Câmara confirmou que colocará em pauta, na sessão da próxima semana, a admissibilidade de múltiplos pedidos de impeachment protocolados contra a prefeita Simone Ribeiro.
Caso os requerimentos obtenham quórum e sejam acatados pelo plenário, a gestora passará a enfrentar um processo formal de cassação de mandato que correrá em paralelo às oitivas e investigações técnicas da CPI recém-instalada.
Relator: Vereador Dr. Luiz Fernando (membro da base governista), segundo sorteado;
1º Membro: Vereador Lorão, terceiro sorteado;
2º Membro: Vereador Valdson, quarto sorteado;
3º Membro: Vereador Wélio, quinto sorteado.
O resultado do sorteio consolidou uma composição de grande equilíbrio e tensão política: a presidência nas mãos de um parlamentar oposicionista frente à relatoria conduzida por um integrante da base aliada da prefeita Simone Ribeiro (União Brasil). A comissão terá amplos poderes de investigação para auditar receitas, balancetes, transferências constitucionais e o fluxo de caixa do Tesouro Municipal, buscando identificar as razões do colapso financeiro que atingiu a folha de pagamento.
Próximo passo: pedidos de impeachment
A crise política e fiscal do Executivo, no entanto, promete novos desdobramentos já nos próximos dias. A Mesa Diretora da Câmara confirmou que colocará em pauta, na sessão da próxima semana, a admissibilidade de múltiplos pedidos de impeachment protocolados contra a prefeita Simone Ribeiro.
Caso os requerimentos obtenham quórum e sejam acatados pelo plenário, a gestora passará a enfrentar um processo formal de cassação de mandato que correrá em paralelo às oitivas e investigações técnicas da CPI recém-instalada.

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