Arcebispo disse que o país vive "tempo marcado por divisões, palavras agressivas e dificuldades de diálogo"; padroeira virou tema da campanha presidencial no primeiro turno.
O arcebispo metropolitano de Brasília, cardeal Paulo Cezar Costa, afirmou que o país vive um "tempo marcado por divisões, palavras agressivas e dificuldades de diálogo" e pediu amor entre as pessoas. As declarações foram feitas durante a Missa Solene de Nossa Senhora Aparecida, na tarde desta segunda-feira (12), na Catedral de Brasília.
Segundo o cardeal, "só o amor pode nos ajudar a construirmos uma sociedade brasileira mais à altura da grandeza de Deus". Ele defendeu que o país busque "a civilização do amor, onde pensar diferente se torna riqueza, onde ter posturas políticas diferentes se torna normal". Para ele, as divergências não devem transformar adversários em inimigos, porque "não é este o caminho da fé".
Em outro trecho, o arcebispo apontou o que chamou de males presentes na história e no mundo atual: "guerras sem fim", violência contra as mulheres, feminicídio, ódio e divisões. Para o cardeal, "só o amor de Deus pode nos libertar".
O arcebispo metropolitano de Brasília, cardeal Paulo Cezar Costa, afirmou que o país vive um "tempo marcado por divisões, palavras agressivas e dificuldades de diálogo" e pediu amor entre as pessoas. As declarações foram feitas durante a Missa Solene de Nossa Senhora Aparecida, na tarde desta segunda-feira (12), na Catedral de Brasília.
Segundo o cardeal, "só o amor pode nos ajudar a construirmos uma sociedade brasileira mais à altura da grandeza de Deus". Ele defendeu que o país busque "a civilização do amor, onde pensar diferente se torna riqueza, onde ter posturas políticas diferentes se torna normal". Para ele, as divergências não devem transformar adversários em inimigos, porque "não é este o caminho da fé".
Em outro trecho, o arcebispo apontou o que chamou de males presentes na história e no mundo atual: "guerras sem fim", violência contra as mulheres, feminicídio, ódio e divisões. Para o cardeal, "só o amor de Deus pode nos libertar".

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