Tendas da Sejus fizeram 1.203 atendimentos nas seis unidades, com orientações sobre serviços funerários, ouvidoria e apoio psicossocial
Mais de 600 mil pessoas visitaram os seis cemitérios públicos do Distrito Federal durante o feriado de Finados, nesta segunda-feira (2). Para acolher os visitantes em uma data de saudade e homenagens, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) montou tendas de atendimento nas unidades, que registraram 1.203 atendimentos entre orientações gerais, registros de ouvidoria e apoio psicossocial.
A Sejus, responsável por supervisionar e fiscalizar a administração dos cemitérios e dos serviços funerários, ofereceu informações sobre direitos, custos e procedimentos, além de materiais informativos e canais para reclamações e denúncias. Foram 1.129 orientações gerais, 61 registros de ouvidoria e 13 atendimentos psicossociais. Por unidade, foram 387 atendimentos na Asa Sul, 210 em Taguatinga, 195 no Gama, 140 em Sobradinho, 139 em Brazlândia e 132 em Planaltina.
O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, afirmou que o papel da pasta é garantir a boa organização dos cemitérios, mas também ter "um olhar acolhedor para as pessoas". Segundo ele, trata-se de um momento de saudade e fragilidade para muitas famílias, em que o objetivo é oferecer escuta, orientação e apoio.
Acolhimento em meio à saudade
O videomaker Walisson Pereira da Silva, de 50 anos, morador do Recanto das Emas, passou pela tenda do Cemitério da Asa Sul em busca de orientação para resolver um problema e destacou o acolhimento recebido. "Fui muito bem acolhido", contou, dizendo que saiu de lá com um sentimento de esperança.
A moradora do Guará II Maria de Fátima de Araújo, de 70 anos, foi visitar o túmulo da mãe e encontrou apoio na tenda. Ela se impressionou com a Cartilha de Orientações sobre Serviços Funerários e Cemitérios Públicos, que reúne direitos, custos e procedimentos. "Está tudo ali", avaliou, ao dizer que o documento ajuda a entender direitos e a saber como proceder. Para a subsecretária de Assuntos Funerários, Gilce Sant'Anna Teles, a receptividade mostra a importância do serviço, já que a preocupação é oferecer "esse espaço de acolhimento em uma data tão sensível" e também um canal direto para tirar dúvidas, registrar reclamações e buscar soluções.
Informação e canais de atendimento
A cartilha, organizada em perguntas e respostas, esclarece como funcionam os serviços funerários no DF, quais empresas estão autorizadas, quais veículos são específicos para transporte de corpos, quem pode pedir sepultamento gratuito e quais serviços os cemitérios não podem cobrar. Está disponível também em formato digital.
A população pode registrar denúncias, reclamações, sugestões e elogios pela Central 162, de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h. Há ainda atendimento presencial na Rodoferroviária, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, e o portal ParticipaDF.
Mais de 600 mil pessoas visitaram os seis cemitérios públicos do Distrito Federal durante o feriado de Finados, nesta segunda-feira (2). Para acolher os visitantes em uma data de saudade e homenagens, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) montou tendas de atendimento nas unidades, que registraram 1.203 atendimentos entre orientações gerais, registros de ouvidoria e apoio psicossocial.
A Sejus, responsável por supervisionar e fiscalizar a administração dos cemitérios e dos serviços funerários, ofereceu informações sobre direitos, custos e procedimentos, além de materiais informativos e canais para reclamações e denúncias. Foram 1.129 orientações gerais, 61 registros de ouvidoria e 13 atendimentos psicossociais. Por unidade, foram 387 atendimentos na Asa Sul, 210 em Taguatinga, 195 no Gama, 140 em Sobradinho, 139 em Brazlândia e 132 em Planaltina.
O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, afirmou que o papel da pasta é garantir a boa organização dos cemitérios, mas também ter "um olhar acolhedor para as pessoas". Segundo ele, trata-se de um momento de saudade e fragilidade para muitas famílias, em que o objetivo é oferecer escuta, orientação e apoio.
Acolhimento em meio à saudade
O videomaker Walisson Pereira da Silva, de 50 anos, morador do Recanto das Emas, passou pela tenda do Cemitério da Asa Sul em busca de orientação para resolver um problema e destacou o acolhimento recebido. "Fui muito bem acolhido", contou, dizendo que saiu de lá com um sentimento de esperança.
A moradora do Guará II Maria de Fátima de Araújo, de 70 anos, foi visitar o túmulo da mãe e encontrou apoio na tenda. Ela se impressionou com a Cartilha de Orientações sobre Serviços Funerários e Cemitérios Públicos, que reúne direitos, custos e procedimentos. "Está tudo ali", avaliou, ao dizer que o documento ajuda a entender direitos e a saber como proceder. Para a subsecretária de Assuntos Funerários, Gilce Sant'Anna Teles, a receptividade mostra a importância do serviço, já que a preocupação é oferecer "esse espaço de acolhimento em uma data tão sensível" e também um canal direto para tirar dúvidas, registrar reclamações e buscar soluções.
Informação e canais de atendimento
A cartilha, organizada em perguntas e respostas, esclarece como funcionam os serviços funerários no DF, quais empresas estão autorizadas, quais veículos são específicos para transporte de corpos, quem pode pedir sepultamento gratuito e quais serviços os cemitérios não podem cobrar. Está disponível também em formato digital.
A população pode registrar denúncias, reclamações, sugestões e elogios pela Central 162, de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h. Há ainda atendimento presencial na Rodoferroviária, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, e o portal ParticipaDF.
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