Violência contra a mulher, violência nas ruas, violência e criminalidade atingindo índices inacreditáveis, onde todos nós estamos vivendo acuados, presos dentro de casa, temerosos com alguém nos espreitando nas esquinas da vida.
Está sentindo o problema da falta d'água? Sabe bem que não tem nada com São Pedro abrir ou não as torneiras do céu! Tem a ver, especialmente, com a absoluta falta de conhecimento dos nossos governantes.

SAUDAÇÕES, MULHER 
Deus lhe fez arcabouço uterino de todos os seres humanos de todas as raças, sofrendo as dores do parto que anuncia o nascimento de uma nova esperança para a humanidade. Um novo Einstein, outro Beethoven, mais um Gandhi, acendendo uma luz que venha iluminar o caminho de todos nós. Você mulher força, mulher resistência, mulher paciência, mulher provedora, mulher doutora, mulher empregada, mulher esportista, mulher cientista, mulher do lar, você simplesmente mulher, mistura de beleza, suavidade, ternura e firmeza, inteligência, determinação e coragem, que enfrenta tantos obstáculos, dificuldades, preconceitos, agressões e assédios. A você mulher rendo minhas homenagens e reverencio aquilo que representa para todos nós: mulher Mãe, mulher amiga, mulher companheira, mulher amada, uma grande mulher, a quem presto minhas saudações.

HISTÓRIA REAL SOBRE MAHATMA GANDHI 
Certa vez, dois estrangeiros ouviram falar e viram o que estava acontecendo com Gandhi e resolveram ir até a sua casa, na Índia. Lá chegando foram prontamente atendidos por ele. Um deles então falou: - Senhor Mahatma, vimos buscar a sabedoria e gostaríamos que fosse nosso mestre. Mahatma, na sua sinceridade habitual respondeu, sem querer saber quem eram: - Minha casa é de vocês, mas como tem muita gente todos trabalham. Assim dizendo, pediu a uma discípula que passava que lhes mostrasse o lugar, onde dormiriam, e lhes desse vassouras e panos para que eles se encarregassem da limpeza geral. Os dois entreolharam-se surpresos e foram com ela. Cerca de dois meses depois, os dois voltaram à presença de Mahatma e pediram para falar-lhe. Gandhi os recebeu e se colocou à disposição, como gentilmente sempre fazia. Um deles, o mesmo que falou no primeiro dia, disse: - Senhor Mahatma, pedimos que fosse nosso mestre e nos mostrasse o caminho da sabedoria, mas desde que chegamos não tivemos uma orientação sequer e apenas lavamos banheiros, refeitório, cozinha, louças e fazemos a limpeza de todo o terreno. Mahatma Gandhi, o mestre da não-violência, o maior seguidor de Cristo, sem conhecer os Seus ensinamentos, humildemente, respondeu: - A sabedoria é encontrada quando aprenderem a vivenciar e fazer alegremente tudo aquilo que a vida lhes oferece.

COLHEMOS VIOLÊNCIA PORQUE SEMEAMOS VIOLÊNCIA Violência contra a mulher, violência nas ruas, violência e criminalidade atingindo índices inacreditáveis, onde todos nós estamos vivendo acuados, presos dentro de casa, temerosos com alguém nos espreitando nas esquinas da vida. A culpa é do governo, sim, claro, também, especialmente nos últimos 15 anos, onde a bandeira da ignorância foi desfraldada em todo o país, e a ignorância dos incultos e dos instruídos é diretamente proporcional à violência. Mas, na verdade, quem coloca os governantes lá é o povo, que traz, na essência, os germes da violência. Como não ser de outro modo? A violência começa nos games, onde a diversão é matar, matar e matar, nos filmes, nos Rambos, nas Máquinas Mortíferas, nos Duros de Matar, onde os personagens matam sem pestanejar, friamente, calculadamente. E mais violência nos "esportes" dos ringues, onde homens e mulheres com aspectos, gestos e bocas grotescos transformam-se em animais selvagens e são exaltados por um público sedento de sangue. A cultura da violência foi implantada em nosso país por nós mesmos, por nossa apatia, nossa omissão e nossa vontade. Temos então, hoje, um dos maiores, se não o maior, índice de violência do mundo, liderando disparados, na frente dos terroristas, das guerras, porque, juntando com a violência doméstica mais a violência nas ruas com a violência no trânsito, são 100.000 brasileiros morrendo por ano, no Brasil. O ódio, o conflito, o mau, o trevoso está prevalecendo em nossa cultura sobre o amor, a paz, o bem e a luz. Enquanto não temos essa cultura positiva, todos os dias veremos a mulher, como hoje é seu dia, apanhando, sofrendo e morrendo pelas mãos ignorantes. E vai piorar!

Marcos Garzon
Escritor, empresário, advogado, publicitário, especialista em marketing de transformação, escritor com mais de 100 livros publicados e distribuído sobre o tema responsabilidade socioambiental. Curta e fique por dentro sobre a defesa do meio ambiente:
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