Prática é proibida em qualquer época do ano, mas se torna mais perigosa com a baixa umidade; previsão de El Niño para o ciclo 2026/2027 amplia risco de incêndios no Cerrado.
Queimar lixo, restos de poda, vegetação ou usar fogo para limpar terrenos é crime ambiental e representa risco elevado de incêndio florestal durante a estação seca. A prática é proibida em qualquer época do ano, mas se torna especialmente perigosa neste período, quando a baixa umidade do ar e a vegetação seca fazem o fogo se alastrar com mais rapidez.
O risco tende a aumentar nos próximos meses. Levantamentos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da agência norte-americana NOAA indicam evolução das condições para o fenômeno El Niño no ciclo 2026/2027, com probabilidade de prolongamento da estiagem e elevação das temperaturas no Brasil Central. As evidências científicas ainda não permitem confirmar a intensidade máxima que o fenômeno atingirá, mas o cenário já aumenta a probabilidade de incêndios no Cerrado, sobretudo em áreas degradadas.
Três práticas comuns entre moradores e produtores rurais exigem atenção redobrada neste período. A queima de lixo doméstico configura crime ambiental mesmo quando realizada em quintais e propriedades particulares. A queima de restos de poda e entulho vegetal também é arriscada, já que a vegetação seca é altamente inflamável e pode originar incêndios de grandes proporções. Já o uso do fogo para limpeza de terrenos é proibido durante a estiagem, período em que as chamas se alastram com facilidade por causa da baixa umidade.
A conduta é enquadrada pela Lei de Crimes Ambientais, a Lei nº 9.605, de 1998. O artigo 41 prevê reclusão de dois a quatro anos, além de multa, para quem provocar incêndio em mata, floresta ou qualquer forma de vegetação. Já o artigo 54 trata da poluição que possa resultar em dano à saúde ou ao meio ambiente, com pena de reclusão de um a quatro anos e multa.
A orientação das autoridades é que restos de poda e entulho vegetal sejam descartados em pontos de coleta autorizados, sem queima, mesmo em terreno particular.
Serviço
Em caso de foco de incêndio, o Corpo de Bombeiros deve ser acionado pelo telefone 193. Denúncias e solicitações podem ser feitas à Polícia Militar, pelo telefone 190, ou pelo canal Participa DF (em caso de ser morador do DF), no telefone 162.
Queimar lixo, restos de poda, vegetação ou usar fogo para limpar terrenos é crime ambiental e representa risco elevado de incêndio florestal durante a estação seca. A prática é proibida em qualquer época do ano, mas se torna especialmente perigosa neste período, quando a baixa umidade do ar e a vegetação seca fazem o fogo se alastrar com mais rapidez.
O risco tende a aumentar nos próximos meses. Levantamentos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da agência norte-americana NOAA indicam evolução das condições para o fenômeno El Niño no ciclo 2026/2027, com probabilidade de prolongamento da estiagem e elevação das temperaturas no Brasil Central. As evidências científicas ainda não permitem confirmar a intensidade máxima que o fenômeno atingirá, mas o cenário já aumenta a probabilidade de incêndios no Cerrado, sobretudo em áreas degradadas.
Três práticas comuns entre moradores e produtores rurais exigem atenção redobrada neste período. A queima de lixo doméstico configura crime ambiental mesmo quando realizada em quintais e propriedades particulares. A queima de restos de poda e entulho vegetal também é arriscada, já que a vegetação seca é altamente inflamável e pode originar incêndios de grandes proporções. Já o uso do fogo para limpeza de terrenos é proibido durante a estiagem, período em que as chamas se alastram com facilidade por causa da baixa umidade.
A conduta é enquadrada pela Lei de Crimes Ambientais, a Lei nº 9.605, de 1998. O artigo 41 prevê reclusão de dois a quatro anos, além de multa, para quem provocar incêndio em mata, floresta ou qualquer forma de vegetação. Já o artigo 54 trata da poluição que possa resultar em dano à saúde ou ao meio ambiente, com pena de reclusão de um a quatro anos e multa.
A orientação das autoridades é que restos de poda e entulho vegetal sejam descartados em pontos de coleta autorizados, sem queima, mesmo em terreno particular.
Serviço
Em caso de foco de incêndio, o Corpo de Bombeiros deve ser acionado pelo telefone 193. Denúncias e solicitações podem ser feitas à Polícia Militar, pelo telefone 190, ou pelo canal Participa DF (em caso de ser morador do DF), no telefone 162.

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