Após denúncia do Ministério Público de Goiás, a juíza Marina Cardoso Buchdid, decretou a prisão preventiva da suposta advogada Potira Pereira dos Santos, que atuava na comarca de Formosa. Ela está presa desde o dia 1º de fevereiro e teve seus bens bloqueados.

Na denúncia, o promotor de Justiça Lucas Danilo Vaz Costa Júnior requereu a condenação da ré por falsidade ideológica (artigo 299) e estelionato (artigo 171, ambos do Código Penal). Conforme apresentado, entre os anos de 2009 e 2011, Potira Pereira exerceu a profissão de advogada sem preencher as condições legais, utilizando uma inscrição da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção do Distrito Federal.

No inquérito policial constam diversas peças processuais assinadas pela suposta advogada, que atuou em mais de uma dezena de processos judiciais. Além disso, há notícias de que a acusada teria voltado a atuar em processos de fatos ocorridos em 2012, passando novamente por advogada e causando prejuízos financeiros a pessoas de boa-fé.

“O fato de a denunciada atuar em inúmeros processos como suposta advogada coloca em risco a garantia da ordem pública”, afirmou a magistrada. 

Fonte: Cristina Rosa / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO

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