De 16 a 19 de novembro e entre os dias 23 e 24 de novembro, dois técnicos da CPX estarão de plantão entre as 8h e as 18h em frente à Caixa Econômica Federal para tirar dúvidas da população.


De 16 a 19 de novembro e entre os dias 23 e 24 de novembro, dois técnicos da CPX estarão de plantão entre as 8h e as 18h em frente à Caixa Econômica Federal para tirar dúvidas da população sobre o projeto de sua fábrica de cimento. A iniciativa antecede a audiência pública da empresa, marcada para o próximo dia 24, e tem por objetivo tornar as informações do empreendimento e seus Programas Ambientais mais acessíveis para todos.


O plantão da CPX contará com edições impressas dos Estudos encaminhados ao órgão ambiental, e técnicos que poderão tirar as dúvidas da população.


Há várias fábricas de cimento operando no Brasil, mas grande parte delas foram construídas nos anos 70-80. Nesse período, a tecnologia avançou muito. Por isso, é importante que a população entenda que este é um projeto do século XXI, que conta com as mais modernas tecnologias e equipamentos, monitoramento computadorizado 24 horas por dia. E, principalmente, um projeto que busca o máximo de preservação ambiental e qualidade de vida para os trabalhadores e comunidades do entorno, em todos os detalhes, incluindo a escolha do local da fábrica, que ficará em uma área de pastagem degradada, dos melhores equipamentos do mundo na área de cimento, e das soluções de menor impacto ambiental, tais como filtros de última geração e galpões fechados e cobertos, assegurando um processo produtivo limpo. É importante que os Formosenses saibam porque o projeto da CPX é um dos mais modernos do mundo.

O trabalho socioambiental da CPX está envolvendo especialistas das mais diversas áreas, tais como geologia, biologia, engenharia florestal, saneamento ambiental, arqueologia, agronomia, geografia e sociologia. Um dos destaques do projeto foi o minucioso levantamento espeleológico da área do empreendimento, que foi analisado e aprovado pelo IBAMA, autoridade máxima em questões ambientais no Brasil.

O projeto da CPX prevê a conservação da maior parte do terreno do empreendimento, contribuindo para preservar a fauna e flora da região. Esse cuidado inclui a proteção dos córregos Caroba e Sucupira, formadores do Escaroba, bem como da gruta de mesmo nome. A CPX trabalhará no sentido de incentivar o ecoturismo no local. Também serão mantidas distância das drenagens e cursos de água, independente de seu porte.

A empresa conseguiu uma ocupação mínima da área total do empreendimento porque a unidade produtora será instalada perto da área de extração de minério. Isso reduz a distância a ser percorrida pelos caminhões que transportam a matéria-prima até a fábrica, com impactos positivos sobre as emissões e o trânsito, e assegurando que estes impactos estejam contidos dentro da área industrial. Também houve o cuidado de projetar, na planta do empreendimento, a ocupação das áreas que já estavam degradadas por outras atividades econômicas, notadamente a criação de gado, preservando ao máximo as áreas mais conservadas.

O projeto industrial, por sua vez, foi concebido com as mais modernas tecnologias produtivas e deverá resultar em uma das mais modernas e eficientes fábricas de cimento Portland no Brasil, seguindo os mais rígidos padrões ambientais do mundo. O processo produtivo funcionará em circuito fechado e despoeirado do começo ao fim, incluindo as etapas de ensacamento, paletização e carregamento a granel. A empresa fará uso de filtros e de transporte coberto e protegido em todas as fases da produção, incluindo a umidificação de material em algumas delas, reduzindo significativamente sua dispersão. Os filtros da chaminé do forno monitorarão o ar de forma contínua, de modo a informar, em tempo real, os níveis de emissões. O estudo de modelagem de dispersão de poluentes indicou que as concentrações estimadas para a área serão muito inferiores aos limites estabelecidos pelo CONAMA, sendo totalmente seguros.

A nova fábrica contará com equipamentos altamente eficientes, que exigem menos combustível e um menor consumo de energia elétrica. A água para uso industrial seguirá em circuito fechado, ou seja, será reutilizada no próprio processo produtivo, e a que for usada em cozinhas e banheiros será destinada à estação de tratamento própria para este fim.

A empresa não só contribuirá com a preservação ambiental da região, mas também com seu desenvolvimento sustentável. Em parceria com o poder público, a empresa investirá em algumas obras de infraestrutura e, principalmente, incrementará a arrecadação municipal, favorecendo outras melhorias. A economia de Formosa também será fortalecida pela forte capacidade de um empreendimento deste porte de gerar demanda por serviços e produtos dos mais variados setores, como insumos para a construção, hospedagem, alimentação, saúde e transporte, entre outros. Depois de pronta, a fábrica será um pólo de atração de fretes, elevando a demanda por serviços relacionados ao transporte, como oficinas, autopeças e postos de combustíveis.

Mas um dos grandes benefícios da nova fábrica é a geração de empregos diretos e indiretos: serão dois mil postos no pico da fase de construção e cerca de 200 empregos diretos e outros 600 indiretos estimados na fase de operação. Boa parte das vagas será destinada à mão de obra local. Para isso, a CPX já conta com um cadastro com cerca de mil currículos, selecionados em parceria com o SINE (Sistema Nacional de Empregos de Goiás) e a Prefeitura de Formosa. Para assegurar que as vagas sejam preenchidas por moradores do município, a empresa já formalizou parceria também com o SENAI para treinamento.

Escolha qual rede social e comente:

1 comments: