Os servidores municipais da Prefeitura Municipal de Formosa realizaram mais um ato no décimo terceiro dia de greve. Os grevistas recepcionaram os auditores da Controladoria Geral da União na Secretaria de Educação.

Em conversa na rádio o Secretário de Educação, Rafael Barros disse que a visita dos auditores é rotineira. Qualquer município que tenha dificuldade de pagar a folha pode pedir verba suplementar do MEC para tal. Em troca disso o município passa por um número maior de auditorias e fiscalizações. Essa pode ser uma das bandeiras da administração para sanar os problemas socioeconômico que a Prefeitura enfrenta.

Na manhã desta segunda-feira (23), os servidores municipais realizaram mais um ato na Praça Rui Barbosa. Dessa vez a equipe de reportagem da Tv Anhanguera filmou e entrevistou os grevistas e secretário de Administração, Rodrigo Natividade. Natividade foi entrevista em razão do prefeito, Itamar Barreto estar reunido com o Governador de Brasília Rodrigo Rollemberg e prefeitos do Entorno buscando melhorias para o manejo de resíduos sólidos e manejo de águas pluviais.

O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, Sinprefor, diz que está abertos ao diálogo. “Nós continuamos abertos ao diálogo e negociação. Esperamos que a Prefeitura abre o diálogo para fugir da questão de 70 dias e mostre o dia que vai pagar os direitos”, diz. O próximo ato começa 7h, na quarta-feira (25). “A luta está cada vez mais forte e todos estão cada vez mais determinados”, fragmento da nota divulgada pelo sindicato.

O secretário de Administração, Rodrigo Natividade defende o pedido de 70 dias para adequar as finanças. “No ano de 2013 nós conseguimos adequar o INPC a partir de abril e pagamos o retroativo de janeiro até abril e pagamos o piso dos servidores. Em 2014 nós já reajustamos o INPC na data certa e o piso salarial dos servidores. Durante esse tempo houve uma renúncia de receita. Com a redução da alíquota de IPTU em 2010 houve redução de receitas e não foi criada compensações. Porque o governo pediu 70 dias? [Sobre a contraproposta da administração em pedir 70 dias para o sindicato] Porque nós temos que adequar nossas condições financeiras e passar todos os direitos cobrados”, alega.

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