O processo de impeachment contra o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), recentemente apresentado por partidos oposicionistas na Câmara Legislativa, incluindo PT, PV, PCdoB, Rede e PDT, surge como uma iniciativa ultrapassada e sem objetivo claro.
Essa proposta é mais uma encenação do que uma verdadeira denúncia. É um típico espetáculo político.
É liderada por figuras antigas da esquerda que, sem prestígio e votos, tentam ressurgir na mídia na esperança de recuperar a importância que perderam na política do Distrito Federal.
O alvo desse ataque é um governador que deve deixar o cargo em breve. Ibaneis Rocha deixará o Palácio do Buriti em 58 dias para cumprir rigorosamente as normas eleitorais e concorrer a uma vaga no Senado nas próximas eleições.
Ainda assim, a oposição finge não perceber o cronograma e aposta em criar barulho como estratégia.
Curiosamente, essa movimentação está sendo liderada por ex-governadores menos populares na história do DF que surgem novamente como defensores da moralidade.
Ibaneis Rocha não deixará o cargo por pressão de políticos em fim de carreira, mas em decorrência da legislação eleitoral em vigor.
A regra é clara: governadores que estão no final do segundo mandato e desejam se candidatar ao Senado devem renunciar ao cargo com antecedência. Nada mais a acrescentar.
Com a prevista saída no início de abril, a vice-governadora Celina Leão (PP), que lidera as pesquisas, assumirá automaticamente o governo.
Diante desse contexto, a questão que emerge é: impeachment para quê? Um ensaio sem futuro.
A proposta carece de relevância, não produz efeito prático e exala ares de palanque eleitoral, constituindo um espetáculo frágil e sem importância.
No aspecto do mérito, o pedido também falha. Não existem evidências concretas que comprovem qualquer envolvimento de Ibaneis Rocha nas alegações de fraudes envolvendo o Banco Máster.
A tentativa de estabelecer uma ligação entre Ibaneis e o banqueiro desonesto Daniel Vorcaro, a partir de um encontro, é frágil e seletiva.
Aqueles que criticam a planície não se voltam para o Planalto.
Por essa mesma lógica, o encontro reservado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com um banqueiro, realizado a portas fechadas no gabinete presidencial e fora da agenda pública, teria igual importância.
Um episódio que a esquerda do Distrito Federal prefere ignorar e tenta ocultar, mantendo uma aparência de indiferença.
Sem fundamentos legais e sem perspectivas de sucesso no tempo restante, o pedido de impeachment se reduz a uma mera peça de ficção política.
A razão é clara: o receio das urnas. Diante de um quadro eleitoral desfavorável, o desespero tomou o lugar do debate, enquanto uma narrativa enganosa busca substituir os fatos.
Com cerca de 63% de aprovação, Ibaneis finaliza quase oito anos no comando de um dos governos mais bem avaliados da história do DF.
Por outro lado, a oposição acumula derrotas há mais de dez anos, além de enfrentar rejeição e carecer de candidatos viáveis. Pode apontar um?
O que são considerados os principais representantes são figuras já desgastadas. Assemelham-se a produtos vencidos e se tornam cada vez menos palatáveis para o eleitorado.
Por fim, o mencionado pedido de impeachment se resume a uma história para fazer o boi dormir.
Essa proposta é mais uma encenação do que uma verdadeira denúncia. É um típico espetáculo político.
É liderada por figuras antigas da esquerda que, sem prestígio e votos, tentam ressurgir na mídia na esperança de recuperar a importância que perderam na política do Distrito Federal.
O alvo desse ataque é um governador que deve deixar o cargo em breve. Ibaneis Rocha deixará o Palácio do Buriti em 58 dias para cumprir rigorosamente as normas eleitorais e concorrer a uma vaga no Senado nas próximas eleições.
Ainda assim, a oposição finge não perceber o cronograma e aposta em criar barulho como estratégia.
Curiosamente, essa movimentação está sendo liderada por ex-governadores menos populares na história do DF que surgem novamente como defensores da moralidade.
Ibaneis Rocha não deixará o cargo por pressão de políticos em fim de carreira, mas em decorrência da legislação eleitoral em vigor.
A regra é clara: governadores que estão no final do segundo mandato e desejam se candidatar ao Senado devem renunciar ao cargo com antecedência. Nada mais a acrescentar.
Com a prevista saída no início de abril, a vice-governadora Celina Leão (PP), que lidera as pesquisas, assumirá automaticamente o governo.
Diante desse contexto, a questão que emerge é: impeachment para quê? Um ensaio sem futuro.
A proposta carece de relevância, não produz efeito prático e exala ares de palanque eleitoral, constituindo um espetáculo frágil e sem importância.
No aspecto do mérito, o pedido também falha. Não existem evidências concretas que comprovem qualquer envolvimento de Ibaneis Rocha nas alegações de fraudes envolvendo o Banco Máster.
A tentativa de estabelecer uma ligação entre Ibaneis e o banqueiro desonesto Daniel Vorcaro, a partir de um encontro, é frágil e seletiva.
Aqueles que criticam a planície não se voltam para o Planalto.
Por essa mesma lógica, o encontro reservado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com um banqueiro, realizado a portas fechadas no gabinete presidencial e fora da agenda pública, teria igual importância.
Um episódio que a esquerda do Distrito Federal prefere ignorar e tenta ocultar, mantendo uma aparência de indiferença.
Sem fundamentos legais e sem perspectivas de sucesso no tempo restante, o pedido de impeachment se reduz a uma mera peça de ficção política.
A razão é clara: o receio das urnas. Diante de um quadro eleitoral desfavorável, o desespero tomou o lugar do debate, enquanto uma narrativa enganosa busca substituir os fatos.
Com cerca de 63% de aprovação, Ibaneis finaliza quase oito anos no comando de um dos governos mais bem avaliados da história do DF.
Por outro lado, a oposição acumula derrotas há mais de dez anos, além de enfrentar rejeição e carecer de candidatos viáveis. Pode apontar um?
O que são considerados os principais representantes são figuras já desgastadas. Assemelham-se a produtos vencidos e se tornam cada vez menos palatáveis para o eleitorado.
Por fim, o mencionado pedido de impeachment se resume a uma história para fazer o boi dormir.
Inspirado no texto de Tony Duarte do RadarDF

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