Na próxima terça-feira, os 24 representantes da Câmara Legislativa do Distrito Federal farão uma escolha crucial para o futuro do Banco de Brasília (BRB).
Essa decisão envolve a continuidade dos programas sociais e a proteção dos postos de trabalho de mais de 4.500 colaboradores do banco. Um voto contrário representa a extinção desses serviços.
O Governo do Distrito Federal apresentou um projeto de lei pedindo autorização para um aporte financeiro na instituição.
A aprovação dessa proposta não é apenas uma formalidade: representa a confirmação da solidez dos índices financeiros e a manutenção de serviços essenciais que afetam diariamente milhões de pessoas que vivem no DF.
Defender o BRB é garantir a implementação de políticas públicas essenciais. Sendo o principal agente financeiro do GDF, o banco apoia programas de transferência de renda que enfrentam a vulnerabilidade social e promovem a inclusão financeira.
Com dados atualizados até 2026, os programas principais incluem: DF Social: suporte mensal de R$ 150 para as famílias de baixa renda (com renda per capita de até meio salário mínimo) cadastradas no Cadastro Único, pago pontualmente no primeiro dia útil de cada mês;
Cartão Prato Cheio: crédito mensal destinado a famílias que enfrentam insegurança alimentar para aquisição de alimentos;
Cartão Gás: apoio direto para a compra de botijão de gás para famílias em situação de vulnerabilidade;
Apoio à Proteção dos Animais: programa recentemente aprovado pela própria CLDF, que direciona recursos a protetores e organizações de cães e gatos, com o BRB atuando como agente pagador.
Além disso, o banco facilita o agendamento de benefícios sociais em suas agências, diminuindo as filas nos CRAS, e lançou em 2025 o “Prêmio BRB de Impacto Social” para incentivar projetos de sustentabilidade.
Essas são ações concretas que, ano após ano, sustentam a continuidade de programas sociais e o desenvolvimento econômico do Distrito Federal.
É importante esclarecer o que está em discussão. A participação do BRB no caso Master é tema de investigação pela autoridade monetária (Banco Central) e não deve servir como justificativa para interromper as atividades da instituição.
O que está em pauta é a sobrevivência do banco público mais importante do DF. A proposta do acionista controlador está em total conformidade com as diretrizes do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.
Rejeitá-la colocaria em risco um patrimônio que sustenta mais de 4.500 empregos e atende diretamente a população de maneira eficiente.
Lamentavelmente, alguns partidos de esquerda como PT, Psol e PSB escolheram a “política do oba-oba” com uma campanha de ataque sistemático à imagem do banco.
Essa tática irresponsável não afeta somente o BRB, mas impacta principalmente a população que depende dos serviços e os próprios funcionários que podem sofrer demissões em massa se o aporte for negado.
Dessa forma, os 24 deputados distritais têm a responsabilidade histórica de olhar além da discussão partidária superficial e da politicagem irresponsável.
A população e os servidores do BRB esperam que prevaleçam o bom senso, a defesa do interesse público e o compromisso com a continuidade de um banco que, durante décadas, tem sido um instrumento vital de inclusão social e de desenvolvimento do Distrito Federal.
Essa decisão envolve a continuidade dos programas sociais e a proteção dos postos de trabalho de mais de 4.500 colaboradores do banco. Um voto contrário representa a extinção desses serviços.
O Governo do Distrito Federal apresentou um projeto de lei pedindo autorização para um aporte financeiro na instituição.
A aprovação dessa proposta não é apenas uma formalidade: representa a confirmação da solidez dos índices financeiros e a manutenção de serviços essenciais que afetam diariamente milhões de pessoas que vivem no DF.
Defender o BRB é garantir a implementação de políticas públicas essenciais. Sendo o principal agente financeiro do GDF, o banco apoia programas de transferência de renda que enfrentam a vulnerabilidade social e promovem a inclusão financeira.
Com dados atualizados até 2026, os programas principais incluem: DF Social: suporte mensal de R$ 150 para as famílias de baixa renda (com renda per capita de até meio salário mínimo) cadastradas no Cadastro Único, pago pontualmente no primeiro dia útil de cada mês;
Cartão Prato Cheio: crédito mensal destinado a famílias que enfrentam insegurança alimentar para aquisição de alimentos;
Cartão Gás: apoio direto para a compra de botijão de gás para famílias em situação de vulnerabilidade;
Apoio à Proteção dos Animais: programa recentemente aprovado pela própria CLDF, que direciona recursos a protetores e organizações de cães e gatos, com o BRB atuando como agente pagador.
Além disso, o banco facilita o agendamento de benefícios sociais em suas agências, diminuindo as filas nos CRAS, e lançou em 2025 o “Prêmio BRB de Impacto Social” para incentivar projetos de sustentabilidade.
Essas são ações concretas que, ano após ano, sustentam a continuidade de programas sociais e o desenvolvimento econômico do Distrito Federal.
É importante esclarecer o que está em discussão. A participação do BRB no caso Master é tema de investigação pela autoridade monetária (Banco Central) e não deve servir como justificativa para interromper as atividades da instituição.
O que está em pauta é a sobrevivência do banco público mais importante do DF. A proposta do acionista controlador está em total conformidade com as diretrizes do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.
Rejeitá-la colocaria em risco um patrimônio que sustenta mais de 4.500 empregos e atende diretamente a população de maneira eficiente.
Lamentavelmente, alguns partidos de esquerda como PT, Psol e PSB escolheram a “política do oba-oba” com uma campanha de ataque sistemático à imagem do banco.
Essa tática irresponsável não afeta somente o BRB, mas impacta principalmente a população que depende dos serviços e os próprios funcionários que podem sofrer demissões em massa se o aporte for negado.
Dessa forma, os 24 deputados distritais têm a responsabilidade histórica de olhar além da discussão partidária superficial e da politicagem irresponsável.
A população e os servidores do BRB esperam que prevaleçam o bom senso, a defesa do interesse público e o compromisso com a continuidade de um banco que, durante décadas, tem sido um instrumento vital de inclusão social e de desenvolvimento do Distrito Federal.

Postar um comentário