O governo está realizando ações estruturais focadas na proteção, no enfrentamento da violência de gênero e na valorização das mulheres tanto dentro como fora das instituições.
A proteção das mulheres está entre as questões mais estratégicas e permanentes da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). Neste mês de março, que celebra a valorização, visibilidade e direitos das mulheres, a secretaria apresenta um conjunto de iniciativas que têm sido aprimoradas dentro do programa Segurança Integral, com ênfase na prevenção, acolhimento, respostas rápidas a situações de risco e na promoção da presença feminina nas instituições responsáveis pela segurança pública.
O esforço pela proteção e acolhimento se concretiza em uma rede de proteção bem estabelecida, fruto do trabalho conjunto da SSP-DF com as forças de segurança — Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF) —, o Detran-DF, o sistema judiciário, secretarias parceiras, lideranças comunitárias, setor privado e sociedade civil, todos com o mesmo objetivo: prevenir a violência de gênero e aumentar a segurança das mulheres em todo o DF.
Monitoramento em tempo real
Dentre os instrumentos mais relevantes da política de proteção da SSP-DF, destacam-se o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP) e o aplicativo Viva Flor. No caso do DPP, a vítima recebe um dispositivo de alerta enquanto o agressor é submetido a uma tornozeleira eletrônica. Se houver violação da área de exclusão estabelecida judicialmente, o sistema dispara um aviso imediato e aciona as forças de segurança. Atualmente, a diretoria está monitorando 627 casos ativos, sendo 553 vítimas e 74 agressores.
A sala de operações do dispositivo, localizada no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), aumentou a capacidade operacional do serviço. O número de servidores quase triplicou e o novo espaço possibilitou a expansão das estações de monitoramento, garantindo maior rapidez na resposta a ocorrências. Outro progresso foi a criação de um chat direto entre as vítimas e a central, permitindo o envio de mensagens, áudios e fotos em tempo real.
Viva Flor
O aplicativo Viva Flor proporciona que a mulher acione rapidamente a rede de proteção em qualquer situação de ameaça ou risco. Ele atualmente assiste 1.734 mulheres em todo o Distrito Federal.
Em agosto de 2025, o Programa Viva Flor passou a ser implementado também em delegacias circunscricionais. O projeto já estava em fase piloto nas delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam) situadas na Asa Sul e em Ceilândia, e agora se estendeu para as delegacias do Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. A seleção dessas unidades considerou os dados sobre a incidência de violência doméstica nas regiões e a urgência em fornecer uma resposta rápida às vítimas.
Em novembro de 2025, o Governo do Distrito Federal, juntamente com o sistema judiciário, atualizou o acordo de cooperação técnica do programa Viva Flor. Esta iniciativa solidificou avanços significativos na melhoria dos fluxos de atendimento e na integração operacional entre Justiça e Segurança Pública, utilizando o Processo Judicial Eletrônico (PJe). Como resultado, houve uma melhoria na rapidez da comunicação entre as instituições, na análise de casos e no suporte oferecido às vítimas. O acordo também fortaleceu a colaboração com o Copom Mulher, da Polícia Militar do Distrito Federal.
Transporte seguro
Outra ação importante foi a ampliação, em agosto de 2025, da parceria entre a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e a Uber Brasil, visando atender mulheres que sofreram violência doméstica e familiar. O serviço, que anteriormente era limitado às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams) I e II, agora se estende aos Núcleos Integrados de Atendimento à Mulher (Nuiam) localizados no Paranoá, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Vicente Pires.
Este serviço oferece um desconto de R$ 40 em cada corrida, que é disponibilizado através de um código promocional fornecido após o atendimento, permitindo que a vítima retorne para casa, para a residência de familiares, para um hospital ou para um abrigo especializado com mais segurança. A medida reforça a ideia de integralidade: o acolhimento vai além do registro da ocorrência, abrangendo também o deslocamento seguro da vítima, que é uma etapa crucial para quebrar o ciclo da violência.
Outro ponto destacado é o curso intitulado Ressignificar: Proteção Integral às Mulheres, criado para capacitar e aprimorar as forças de segurança pública e a administração penitenciária no combate à violência contra a mulher. Desde o seu lançamento em abril de 2024, foram emitidos 37.581 certificados, sendo 19.528 apenas na fase inicial e 18.053 nas duas fases subsequentes do programa.
A proteção das mulheres está entre as questões mais estratégicas e permanentes da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). Neste mês de março, que celebra a valorização, visibilidade e direitos das mulheres, a secretaria apresenta um conjunto de iniciativas que têm sido aprimoradas dentro do programa Segurança Integral, com ênfase na prevenção, acolhimento, respostas rápidas a situações de risco e na promoção da presença feminina nas instituições responsáveis pela segurança pública.
O esforço pela proteção e acolhimento se concretiza em uma rede de proteção bem estabelecida, fruto do trabalho conjunto da SSP-DF com as forças de segurança — Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF) —, o Detran-DF, o sistema judiciário, secretarias parceiras, lideranças comunitárias, setor privado e sociedade civil, todos com o mesmo objetivo: prevenir a violência de gênero e aumentar a segurança das mulheres em todo o DF.
Monitoramento em tempo real
Dentre os instrumentos mais relevantes da política de proteção da SSP-DF, destacam-se o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP) e o aplicativo Viva Flor. No caso do DPP, a vítima recebe um dispositivo de alerta enquanto o agressor é submetido a uma tornozeleira eletrônica. Se houver violação da área de exclusão estabelecida judicialmente, o sistema dispara um aviso imediato e aciona as forças de segurança. Atualmente, a diretoria está monitorando 627 casos ativos, sendo 553 vítimas e 74 agressores.
A sala de operações do dispositivo, localizada no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), aumentou a capacidade operacional do serviço. O número de servidores quase triplicou e o novo espaço possibilitou a expansão das estações de monitoramento, garantindo maior rapidez na resposta a ocorrências. Outro progresso foi a criação de um chat direto entre as vítimas e a central, permitindo o envio de mensagens, áudios e fotos em tempo real.
Viva Flor
O aplicativo Viva Flor proporciona que a mulher acione rapidamente a rede de proteção em qualquer situação de ameaça ou risco. Ele atualmente assiste 1.734 mulheres em todo o Distrito Federal.
Em agosto de 2025, o Programa Viva Flor passou a ser implementado também em delegacias circunscricionais. O projeto já estava em fase piloto nas delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam) situadas na Asa Sul e em Ceilândia, e agora se estendeu para as delegacias do Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. A seleção dessas unidades considerou os dados sobre a incidência de violência doméstica nas regiões e a urgência em fornecer uma resposta rápida às vítimas.
Em novembro de 2025, o Governo do Distrito Federal, juntamente com o sistema judiciário, atualizou o acordo de cooperação técnica do programa Viva Flor. Esta iniciativa solidificou avanços significativos na melhoria dos fluxos de atendimento e na integração operacional entre Justiça e Segurança Pública, utilizando o Processo Judicial Eletrônico (PJe). Como resultado, houve uma melhoria na rapidez da comunicação entre as instituições, na análise de casos e no suporte oferecido às vítimas. O acordo também fortaleceu a colaboração com o Copom Mulher, da Polícia Militar do Distrito Federal.
Transporte seguro
Outra ação importante foi a ampliação, em agosto de 2025, da parceria entre a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e a Uber Brasil, visando atender mulheres que sofreram violência doméstica e familiar. O serviço, que anteriormente era limitado às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams) I e II, agora se estende aos Núcleos Integrados de Atendimento à Mulher (Nuiam) localizados no Paranoá, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Vicente Pires.
Este serviço oferece um desconto de R$ 40 em cada corrida, que é disponibilizado através de um código promocional fornecido após o atendimento, permitindo que a vítima retorne para casa, para a residência de familiares, para um hospital ou para um abrigo especializado com mais segurança. A medida reforça a ideia de integralidade: o acolhimento vai além do registro da ocorrência, abrangendo também o deslocamento seguro da vítima, que é uma etapa crucial para quebrar o ciclo da violência.
Outro ponto destacado é o curso intitulado Ressignificar: Proteção Integral às Mulheres, criado para capacitar e aprimorar as forças de segurança pública e a administração penitenciária no combate à violência contra a mulher. Desde o seu lançamento em abril de 2024, foram emitidos 37.581 certificados, sendo 19.528 apenas na fase inicial e 18.053 nas duas fases subsequentes do programa.

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