Uma pesquisa realizada pelo governo estadual revela que 75% dos mais de R$ 3,9 bilhões destinados a obras de infraestrutura em Goiás em 2025, através da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), foram provenientes do Tesouro Estadual.
Os restantes 25% foram alocados pelo Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), cuja extinção foi oficializada em 19 de fevereiro.
Na prática, para cada real investido no apoio ao agronegócio, outros três foram financeiramente aportados pelos cofres estaduais, que, a partir de 2026, gradualmente assumirão a continuidade das intervenções rodoviárias que começaram com os recursos do fundo.
O total de investimentos em 2025 resulta da soma de um extenso portfólio de intervenções, que abrange:
projetos civis;
trabalho nas rodovias;
atividades de manutenção;
segurança viária;
apoio a estruturas municipais.
Focando exclusivamente nas ações rodoviárias, que englobam pavimentação, duplicação, restauração, além da construção de pontes e viadutos, a agência superou a marca de 100 obras em andamento no acumulado de 2025 e 2026.
Obras de infraestrutura em Goiás
Dentre essas, 50 intervenções foram finalizadas desde janeiro do ano passado, totalizando R$ 2 bilhões em gastos.
Dentro da lista de projetos concluídos, os investimentos do Tesouro Estadual são notáveis. O governo alocou R$ 1,3 bilhão em 44 obras. Dois projetos significativos são as pavimentações da GO-110, entre Iaciara e o distrito de Estiva, em São Domingos, e da GO-108, de Guarani de Goiás até o Parque Terra Ronca.
Ambas as obras estão localizadas no Nordeste goiano, receberam um total superior a R$ 274 milhões provenientes dos cofres estaduais e serão inauguradas no próximo sábado (28/02). Somente nesta região, o Estado já investiu mais de R$ 573 milhões desde 2019.
Além das intervenções em estradas municipais, áreas urbanas de rodovias e serviços de manutenção, a Goinfra gerencia um número considerável de obras rodoviárias, que somam mais de R$ 1,02 bilhão em investimentos, utilizando recursos do Tesouro.
Este portfólio será ampliado com adicionais R$ 3,4 bilhões em obras que estão atualmente em fase de licitação, a maior parte com despesas já definidas pelo Tesouro, e as iniciativas originalmente planejadas para o Fundeinfra serão gradualmente integradas aos cofres estaduais.
Entre os contratos mais significativos financiados com recursos próprios estão a duplicação da GO-213, no trecho entre Morrinhos e Caldas Novas, com um investimento de R$ 257,6 milhões; e a duplicação da GO-330, entre Catalão e o entroncamento com a GO-305, que totaliza R$ 122,8 milhões.
No contexto do Fundeinfra, destacam-se a duplicação da GO-139, entre Piracanjuba e Caldas Novas, com R$ 190,5 milhões; e os trabalhos integrados nas GOs 570 e 174, em Rio Verde, que somam R$ 152,1 milhões.
Para melhorar a capacidade logística da rede, os projetos englobam:
pavimentação;
duplicação;
implantação e obras de arte especiais.
Nesse cenário, o presidente da Goinfra, Pedro Sales, enfatiza a habilidade de investimento com recursos próprios do Estado, além da autonomia em relação a fontes externas de financiamento.
O líder da Goinfra esclarece que a relação dos investimentos do Tesouro Estadual em comparação ao Fundeinfra é de três para um, levando em conta as obras em andamento, aquelas já finalizadas, as que estão planejadas, além dos gastos com a manutenção das estradas.
Os restantes 25% foram alocados pelo Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), cuja extinção foi oficializada em 19 de fevereiro.
Na prática, para cada real investido no apoio ao agronegócio, outros três foram financeiramente aportados pelos cofres estaduais, que, a partir de 2026, gradualmente assumirão a continuidade das intervenções rodoviárias que começaram com os recursos do fundo.
O total de investimentos em 2025 resulta da soma de um extenso portfólio de intervenções, que abrange:
projetos civis;
trabalho nas rodovias;
atividades de manutenção;
segurança viária;
apoio a estruturas municipais.
Focando exclusivamente nas ações rodoviárias, que englobam pavimentação, duplicação, restauração, além da construção de pontes e viadutos, a agência superou a marca de 100 obras em andamento no acumulado de 2025 e 2026.
Obras de infraestrutura em Goiás
Dentre essas, 50 intervenções foram finalizadas desde janeiro do ano passado, totalizando R$ 2 bilhões em gastos.
Dentro da lista de projetos concluídos, os investimentos do Tesouro Estadual são notáveis. O governo alocou R$ 1,3 bilhão em 44 obras. Dois projetos significativos são as pavimentações da GO-110, entre Iaciara e o distrito de Estiva, em São Domingos, e da GO-108, de Guarani de Goiás até o Parque Terra Ronca.
Ambas as obras estão localizadas no Nordeste goiano, receberam um total superior a R$ 274 milhões provenientes dos cofres estaduais e serão inauguradas no próximo sábado (28/02). Somente nesta região, o Estado já investiu mais de R$ 573 milhões desde 2019.
Além das intervenções em estradas municipais, áreas urbanas de rodovias e serviços de manutenção, a Goinfra gerencia um número considerável de obras rodoviárias, que somam mais de R$ 1,02 bilhão em investimentos, utilizando recursos do Tesouro.
Este portfólio será ampliado com adicionais R$ 3,4 bilhões em obras que estão atualmente em fase de licitação, a maior parte com despesas já definidas pelo Tesouro, e as iniciativas originalmente planejadas para o Fundeinfra serão gradualmente integradas aos cofres estaduais.
Entre os contratos mais significativos financiados com recursos próprios estão a duplicação da GO-213, no trecho entre Morrinhos e Caldas Novas, com um investimento de R$ 257,6 milhões; e a duplicação da GO-330, entre Catalão e o entroncamento com a GO-305, que totaliza R$ 122,8 milhões.
No contexto do Fundeinfra, destacam-se a duplicação da GO-139, entre Piracanjuba e Caldas Novas, com R$ 190,5 milhões; e os trabalhos integrados nas GOs 570 e 174, em Rio Verde, que somam R$ 152,1 milhões.
Para melhorar a capacidade logística da rede, os projetos englobam:
pavimentação;
duplicação;
implantação e obras de arte especiais.
Nesse cenário, o presidente da Goinfra, Pedro Sales, enfatiza a habilidade de investimento com recursos próprios do Estado, além da autonomia em relação a fontes externas de financiamento.
O líder da Goinfra esclarece que a relação dos investimentos do Tesouro Estadual em comparação ao Fundeinfra é de três para um, levando em conta as obras em andamento, aquelas já finalizadas, as que estão planejadas, além dos gastos com a manutenção das estradas.

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