Em entrevista exclusiva ao programa Vozes da Comunidade, a diretora-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF), Eliane Abreu, detalhou os primeiros passos e as mudanças estruturais que pretende implementar para aumentar a eficiência da gestão e melhorar o atendimento à população.
Com a sabatina conduzida por experientes jornalistas da bancada, Eliane destacou que assumir o comando do instituto exige uma visão clara e metodologias bem definidas para enfrentar os problemas crônicos da saúde pública local.
Ao ser questionada sobre as primeiras ações estruturais frente ao IGESDF, a presidente não escondeu a magnitude da missão, mas apontou caminhos técnicos para reestruturar o órgão.
"O desafio de gerir a saúde pública ele é intenso, ele é grande, ele é complexo, já é de conhecimento de todos. Mas eu trago para esse desafio o fortalecimento de uma metodologia de gestão por governança clínica", disse Eliane.
Segundo a gestora, esse modelo convida toda a equipe de liderança a revisar detalhadamente a estrutura existente, buscando a máxima eficiência operacional e reavaliando constantemente os resultados entregues à comunidade.
Como primeira medida prática de sua gestão, Eliane Abreu revelou que agiu rápido logo nos primeiros sete dias no cargo para estabelecer um norte estratégico e evitar a perda de controle diante das urgências cotidianas.
"Já na primeira semana dentro do instituto, eu instaurei junto com o time um gabinete de transição para que a gente, dentro dos pontos mais críticos na saúde pública, não se perca e a gente tenha um norte para essa organização", explicou Eliane.
Por meio deste Gabinete de Transição, a nova administração do IGESDF já começou a desenhar soluções divididas em três pilares fundamentais:
Eixo Administrativo-Financeiro: Revisão de contratos, fluxos de caixa e otimização de recursos para garantir a sustentabilidade do instituto.
Eixo Assistencial (Foco na Atividade-Fim): Ações diretas para combater a superlotação nos hospitais e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O objetivo principal é desatar os nós que travam o fluxo de pacientes.
"Garantir que a gente desbloqueie a porta dos hospitais, as portas das UPAs, para que a gente tenha de fato a retaguarda que o sistema de saúde precisa ter", salienta a diretora-presidente.
Eixo de Pessoas (Recursos Humanos): Foco em contratações estratégicas, reposição urgente de vagas em aberto e governança voltada à valorização e à cobrança por efetividade dos colaboradores.
Com a sabatina conduzida por experientes jornalistas da bancada, Eliane destacou que assumir o comando do instituto exige uma visão clara e metodologias bem definidas para enfrentar os problemas crônicos da saúde pública local.
Ao ser questionada sobre as primeiras ações estruturais frente ao IGESDF, a presidente não escondeu a magnitude da missão, mas apontou caminhos técnicos para reestruturar o órgão.
"O desafio de gerir a saúde pública ele é intenso, ele é grande, ele é complexo, já é de conhecimento de todos. Mas eu trago para esse desafio o fortalecimento de uma metodologia de gestão por governança clínica", disse Eliane.
Segundo a gestora, esse modelo convida toda a equipe de liderança a revisar detalhadamente a estrutura existente, buscando a máxima eficiência operacional e reavaliando constantemente os resultados entregues à comunidade.
Como primeira medida prática de sua gestão, Eliane Abreu revelou que agiu rápido logo nos primeiros sete dias no cargo para estabelecer um norte estratégico e evitar a perda de controle diante das urgências cotidianas.
"Já na primeira semana dentro do instituto, eu instaurei junto com o time um gabinete de transição para que a gente, dentro dos pontos mais críticos na saúde pública, não se perca e a gente tenha um norte para essa organização", explicou Eliane.
Por meio deste Gabinete de Transição, a nova administração do IGESDF já começou a desenhar soluções divididas em três pilares fundamentais:
Eixo Administrativo-Financeiro: Revisão de contratos, fluxos de caixa e otimização de recursos para garantir a sustentabilidade do instituto.
Eixo Assistencial (Foco na Atividade-Fim): Ações diretas para combater a superlotação nos hospitais e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O objetivo principal é desatar os nós que travam o fluxo de pacientes.
"Garantir que a gente desbloqueie a porta dos hospitais, as portas das UPAs, para que a gente tenha de fato a retaguarda que o sistema de saúde precisa ter", salienta a diretora-presidente.
Eixo de Pessoas (Recursos Humanos): Foco em contratações estratégicas, reposição urgente de vagas em aberto e governança voltada à valorização e à cobrança por efetividade dos colaboradores.
Eliane Abreu reforçou que todo o esforço técnico e estrutural está sendo desenhado com um único propósito: "entregar o que de fato a população espera do instituto", garantindo a capacidade plena de atuação de toda a rede sob a tutela do IGESDF.

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