O Distrito Federal registrou 111 ocorrências no ano queda de 96% em uma década. Câmeras, bilhetagem digital e cooperação entre secretarias sustentam os resultados.
O Distrito Federal fechou 2025 com o menor índice de roubos em transporte coletivo da última década. Foram 111 ocorrências registradas ao longo do ano, contra 230 em 2024, uma redução de 52%. Em perspectiva histórica, o recuo chega a 96% em dez anos. Os dados constam do 2º Anuário de Segurança Pública do DF, divulgado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF).
O levantamento aponta ainda que 15 regiões administrativas não registraram nenhum caso durante o período.
Entre as medidas creditadas pela queda, a extinção do pagamento em espécie nos ônibus, implementada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) a partir de 2024, é considerada um dos fatores mais determinantes. A lógica é direta: sem dinheiro circulando a bordo, o crime perde atratividade.
Segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), antes da migração para o sistema 100% digital, cerca de 29% das passagens eram pagas em dinheiro. Hoje, todas as tarifas são quitadas exclusivamente por cartões de transporte ou bancários. Os acessos gratuitos seguem operando por meio de cartões específicos, como os destinados a idosos, pessoas com deficiência (PCD) e beneficiários do Passe Livre Estudantil (PLE).
A tecnologia também tem papel central na estratégia de segurança. Todos os ônibus e terminais rodoviários do DF são monitorados por câmeras, cujas imagens alimentam investigações e auxiliam na apuração de crimes.
Em 2024, a cooperação entre a Semob-DF e a SSP-DF foi ampliada. O acordo passou a incluir o compartilhamento de imagens e dados sobre rotas, localização de veículos, motoristas e passageiros incluindo táxis e aplicativos de transporte. A integração permite identificar situações de risco em tempo real, coibir crimes dentro de terminais e veículos e agilizar o atendimento à população.
Para o GDF, os resultados refletem uma abordagem de segurança pública que extrapola os usuários do transporte e impacta toda a sociedade.
O Distrito Federal fechou 2025 com o menor índice de roubos em transporte coletivo da última década. Foram 111 ocorrências registradas ao longo do ano, contra 230 em 2024, uma redução de 52%. Em perspectiva histórica, o recuo chega a 96% em dez anos. Os dados constam do 2º Anuário de Segurança Pública do DF, divulgado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF).
O levantamento aponta ainda que 15 regiões administrativas não registraram nenhum caso durante o período.
Entre as medidas creditadas pela queda, a extinção do pagamento em espécie nos ônibus, implementada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) a partir de 2024, é considerada um dos fatores mais determinantes. A lógica é direta: sem dinheiro circulando a bordo, o crime perde atratividade.
Segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), antes da migração para o sistema 100% digital, cerca de 29% das passagens eram pagas em dinheiro. Hoje, todas as tarifas são quitadas exclusivamente por cartões de transporte ou bancários. Os acessos gratuitos seguem operando por meio de cartões específicos, como os destinados a idosos, pessoas com deficiência (PCD) e beneficiários do Passe Livre Estudantil (PLE).
A tecnologia também tem papel central na estratégia de segurança. Todos os ônibus e terminais rodoviários do DF são monitorados por câmeras, cujas imagens alimentam investigações e auxiliam na apuração de crimes.
Em 2024, a cooperação entre a Semob-DF e a SSP-DF foi ampliada. O acordo passou a incluir o compartilhamento de imagens e dados sobre rotas, localização de veículos, motoristas e passageiros incluindo táxis e aplicativos de transporte. A integração permite identificar situações de risco em tempo real, coibir crimes dentro de terminais e veículos e agilizar o atendimento à população.
Para o GDF, os resultados refletem uma abordagem de segurança pública que extrapola os usuários do transporte e impacta toda a sociedade.

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