A governadora Celina Leão promulgou, na quinta-feira (11), a Lei nº 7.906/2026, que institui o Dia do Gengibre no Distrito Federal. A partir de 2027, a data passa a ser celebrada anualmente em 15 de maio, marcando o reconhecimento oficial de uma cultura que tem ganhado peso cada vez maior na economia rural da capital, só em 2025, a produção de gengibre no DF movimentou mais de R$ 27,7 milhões.
O setor é hoje formado por 33 produtores em todo o Distrito Federal, sendo que 30 deles estão concentrados em Vargem Bonita. Juntas, essas propriedades ocupam 19,4 hectares e foram responsáveis pela comercialização de quase duas mil toneladas da raiz no último ano.
Para o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, a nova lei coroa décadas de trabalho das famílias produtoras, que converteram o gengibre em importante fonte de renda, emprego e desenvolvimento para a região. Segundo ele, a Emater-DF tem atuado junto a esses agricultores oferecendo assistência técnica, capacitação e apoio à organização da cadeia produtiva, contribuindo diretamente para o aumento da produtividade, da qualidade e das vendas.
Já a gerente do escritório da Emater-DF em Vargem Bonita, Claudia Coelho, destaca que a criação da data representa mais do que uma homenagem simbólica: é um gesto de valorização do trabalho no campo, que fortalece a agricultura familiar e amplia a visibilidade do produto para o futuro.
Da horta de casa para o mercado
A história do gengibre em Vargem Bonita está diretamente ligada à trajetória das famílias de descendentes japoneses que ajudaram a construir a vocação agrícola da região. Por muito tempo, a produção se destinava quase exclusivamente ao consumo das próprias famílias.
A mudança veio com o apoio da assistência técnica, que enxergou no gengibre um potencial comercial ainda pouco explorado. Conforme relata Coelho, os produtores foram se organizando gradualmente um processo impulsionado por duas excursões técnicas ao Espírito Santo, maior produtor de gengibre do país. A experiência ajudou os agricultores a olhar para a atividade como uma oportunidade real de negócio, o que resultou em aumento da produção e na conquista de novos mercados, incluindo restaurantes especializados e estabelecimentos comerciais.
O setor é hoje formado por 33 produtores em todo o Distrito Federal, sendo que 30 deles estão concentrados em Vargem Bonita. Juntas, essas propriedades ocupam 19,4 hectares e foram responsáveis pela comercialização de quase duas mil toneladas da raiz no último ano.
Para o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, a nova lei coroa décadas de trabalho das famílias produtoras, que converteram o gengibre em importante fonte de renda, emprego e desenvolvimento para a região. Segundo ele, a Emater-DF tem atuado junto a esses agricultores oferecendo assistência técnica, capacitação e apoio à organização da cadeia produtiva, contribuindo diretamente para o aumento da produtividade, da qualidade e das vendas.
Já a gerente do escritório da Emater-DF em Vargem Bonita, Claudia Coelho, destaca que a criação da data representa mais do que uma homenagem simbólica: é um gesto de valorização do trabalho no campo, que fortalece a agricultura familiar e amplia a visibilidade do produto para o futuro.
Da horta de casa para o mercado
A história do gengibre em Vargem Bonita está diretamente ligada à trajetória das famílias de descendentes japoneses que ajudaram a construir a vocação agrícola da região. Por muito tempo, a produção se destinava quase exclusivamente ao consumo das próprias famílias.
A mudança veio com o apoio da assistência técnica, que enxergou no gengibre um potencial comercial ainda pouco explorado. Conforme relata Coelho, os produtores foram se organizando gradualmente um processo impulsionado por duas excursões técnicas ao Espírito Santo, maior produtor de gengibre do país. A experiência ajudou os agricultores a olhar para a atividade como uma oportunidade real de negócio, o que resultou em aumento da produção e na conquista de novos mercados, incluindo restaurantes especializados e estabelecimentos comerciais.

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