Instrução publicada no Diário Oficial reclassifica o trecho como via arterial e prevê instalação de semáforos, faixas de pedestres e bolsões de motos
A via que conecta a Estrada Parque das Nações (DF-004) à Ponte Juscelino Kubitschek passou a ter limite máximo de velocidade de 60 km/h, em substituição ao limite anterior de 80 km/h. A mudança foi formalizada pela Instrução nº 231, de 2 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal nesta segunda-feira (13).
A medida reclassifica o trecho como via arterial. Estudos técnicos indicaram que, apesar de formalmente enquadrado como via de trânsito rápido, o corredor já operava na prática com características de velocidade inferior, em razão da densidade de ocupação no entorno.
As análises concluíram que a redução da velocidade implica aumento insignificante no tempo de percurso para os motoristas. Em horários de maior fluxo, a via já opera com velocidade média abaixo de 60 km/h, o que elimina qualquer impacto prático para os condutores no trecho de 2,4 km de extensão. A principal justificativa da medida é a preservação da vida dos pedestres que circulam pela região.
Com a requalificação viária, toda a sinalização vertical e horizontal do trecho será substituída. Estão previstas a instalação de placas de advertência ao longo da via, a implantação de faixas de pedestres com zebrados e tachinhas, a instalação de quatro cruzamentos semafóricos próximos às paradas de ônibus e a criação de bolsões de motos. As barreiras de concreto serão removidas em dois pontos para permitir a acomodação de pedestres em locais adequados enquanto aguardam a travessia segura da via.
A via que conecta a Estrada Parque das Nações (DF-004) à Ponte Juscelino Kubitschek passou a ter limite máximo de velocidade de 60 km/h, em substituição ao limite anterior de 80 km/h. A mudança foi formalizada pela Instrução nº 231, de 2 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal nesta segunda-feira (13).
A medida reclassifica o trecho como via arterial. Estudos técnicos indicaram que, apesar de formalmente enquadrado como via de trânsito rápido, o corredor já operava na prática com características de velocidade inferior, em razão da densidade de ocupação no entorno.
As análises concluíram que a redução da velocidade implica aumento insignificante no tempo de percurso para os motoristas. Em horários de maior fluxo, a via já opera com velocidade média abaixo de 60 km/h, o que elimina qualquer impacto prático para os condutores no trecho de 2,4 km de extensão. A principal justificativa da medida é a preservação da vida dos pedestres que circulam pela região.
Com a requalificação viária, toda a sinalização vertical e horizontal do trecho será substituída. Estão previstas a instalação de placas de advertência ao longo da via, a implantação de faixas de pedestres com zebrados e tachinhas, a instalação de quatro cruzamentos semafóricos próximos às paradas de ônibus e a criação de bolsões de motos. As barreiras de concreto serão removidas em dois pontos para permitir a acomodação de pedestres em locais adequados enquanto aguardam a travessia segura da via.

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