O deputado distrital Roosevelt Vilela (PL-DF) expressou seu apoio à proteção animal, reivindicando penas mais severas para aqueles que cometem maus-tratos a qualquer animal e a definição de atos extremos de crueldade como crime hediondo.
Essa declaração foi feita em suas redes sociais, em apoio ao grito de milhares de manifestantes que ocuparam a Avenida Paulista, em São Paulo, em protesto pela morte do cão comunitário Orelha, no domingo (01).
Diante do vão livre do MASP, um ícone de lutas sociais, manifestantes vestidos de preto seguraram fotos do vira-lata, choraram, gritaram e mostraram cartazes. O ato, que começou pela manhã, juntou tutores com seus animais de estimação e pediu responsabilização dos agressores, quatro adolescentes sob investigação em Florianópolis (SC) devido ao espancamento que resultou na eutanásia do animal em janeiro.
Roosevelt Vilela ressaltou o crescente índice alarmante de maus-tratos no Brasil e no Distrito Federal
Conforme o Conselho Nacional de Justiça, em 2024, foram registrados 4.057 processos judiciais, e em 2025, 4.919 (uma média de 13 por dia).
No DF, os casos aumentaram 513% em menos de dez anos: de 113 ocorrências em 2016 para 693 em 2024, com pelo menos um registro diário em anos recentes.
Abandonos, agressões físicas, mutilações e atropelamentos intencionais são as principais ocorrências. No cenário nacional, o Brasil anotou 4.057 processos em 2024 e 4.919 em 2025 (com uma média de 13 por dia), e o DF responde por cerca de 2-3% do total, proporcional ao seu número populacional.
Em janeiro deste ano, o país já havia registrado 601 inquéritos, com o DF contribuindo para esse total.
Os dados são coletados a partir de fontes como a PCDF e a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF).
O parlamentar pediu mais fiscalização, aumento de recursos para a Delegacia de Repressão aos Crimes Contra os Animais (DRCA), campanhas educativas, programas de castração e o fortalecimento da rede de denúncias. Ele também enfatiza a importância de um endurecimento da Lei nº 14.064/2020 e de progressos legislativos para considerar crimes graves como hediondos.
A posição de Roosevelt Vilela se junta à onda de indignação nacional gerada pelo caso Orelha, transformando o cão em um símbolo na luta por legislação mais firme contra a impunidade.
Essa declaração foi feita em suas redes sociais, em apoio ao grito de milhares de manifestantes que ocuparam a Avenida Paulista, em São Paulo, em protesto pela morte do cão comunitário Orelha, no domingo (01).
Diante do vão livre do MASP, um ícone de lutas sociais, manifestantes vestidos de preto seguraram fotos do vira-lata, choraram, gritaram e mostraram cartazes. O ato, que começou pela manhã, juntou tutores com seus animais de estimação e pediu responsabilização dos agressores, quatro adolescentes sob investigação em Florianópolis (SC) devido ao espancamento que resultou na eutanásia do animal em janeiro.
Roosevelt Vilela ressaltou o crescente índice alarmante de maus-tratos no Brasil e no Distrito Federal
Conforme o Conselho Nacional de Justiça, em 2024, foram registrados 4.057 processos judiciais, e em 2025, 4.919 (uma média de 13 por dia).
No DF, os casos aumentaram 513% em menos de dez anos: de 113 ocorrências em 2016 para 693 em 2024, com pelo menos um registro diário em anos recentes.
Abandonos, agressões físicas, mutilações e atropelamentos intencionais são as principais ocorrências. No cenário nacional, o Brasil anotou 4.057 processos em 2024 e 4.919 em 2025 (com uma média de 13 por dia), e o DF responde por cerca de 2-3% do total, proporcional ao seu número populacional.
Em janeiro deste ano, o país já havia registrado 601 inquéritos, com o DF contribuindo para esse total.
Os dados são coletados a partir de fontes como a PCDF e a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF).
O parlamentar pediu mais fiscalização, aumento de recursos para a Delegacia de Repressão aos Crimes Contra os Animais (DRCA), campanhas educativas, programas de castração e o fortalecimento da rede de denúncias. Ele também enfatiza a importância de um endurecimento da Lei nº 14.064/2020 e de progressos legislativos para considerar crimes graves como hediondos.
A posição de Roosevelt Vilela se junta à onda de indignação nacional gerada pelo caso Orelha, transformando o cão em um símbolo na luta por legislação mais firme contra a impunidade.

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