Unidade de Brazlândia inicia atendimento por videochamada para casos menos graves, ajudando a otimizar o fluxo nas emergências.
A partir desta sexta-feira (27), os pacientes que buscam atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Brazlândia poderão realizar consultas por videochamada no próprio local. A sala para teleconsulta torna-se a décima do Distrito Federal a disponibilizar esse serviço.
Destinada a casos classificados como pulseira verde, a consulta é realizada por um médico de forma remota, com a assistência presencial da equipe de enfermagem. Essa iniciativa visa acelerar os atendimentos de menor gravidade e diminuir o tempo de espera nas unidades. Após a avaliação de risco, o paciente pode optar por ser atendido via teleconsulta ou de maneira presencial. Aqueles que escolherem a videochamada são direcionados à sala de telessaúde, onde são acompanhados por um profissional durante todo o atendimento. Na sala, equipada com uma televisão, o médico, que se encontra no complexo de telessaúde do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), no SIA, analisa o quadro clínico, orienta, prescreve medicamentos e decide sobre a necessidade de encaminhamento, quando necessário.
Telepediatria aumenta a capacidade de resposta
Além da contratação de novos pediatras, o IgesDF já começou a oferecer Teleconsulta Pediátrica nas UPAs de Sobradinho e Recanto das Emas. Essa implementação faz parte de um planejamento discutido desde 2025. A estratégia está atrelada à sazonalidade das doenças respiratórias no DF, que impactam, em grande parte, a população infantil. Historicamente, o aumento dos casos acontece entre março e julho.
No futuro, as UPAs de São Sebastião e Ceilândia I, que já oferecem atendimento pediátrico, também passarão a disponibilizar a opção de consultas por videochamada nessa especialidade. Ao aumentar o atendimento antes do período crítico, as unidades geridas pelo IgesDF se preparam para a alta demanda, assegurando organização, agilidade e segurança na assistência.
A iniciativa também aborda um desafio nacional: a falta de pediatras, uma realidade que afeta tanto a rede pública quanto a privada. O modelo amplia o acesso aos especialistas e reforça a capacidade de resposta da rede de saúde.
A partir desta sexta-feira (27), os pacientes que buscam atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Brazlândia poderão realizar consultas por videochamada no próprio local. A sala para teleconsulta torna-se a décima do Distrito Federal a disponibilizar esse serviço.
Destinada a casos classificados como pulseira verde, a consulta é realizada por um médico de forma remota, com a assistência presencial da equipe de enfermagem. Essa iniciativa visa acelerar os atendimentos de menor gravidade e diminuir o tempo de espera nas unidades. Após a avaliação de risco, o paciente pode optar por ser atendido via teleconsulta ou de maneira presencial. Aqueles que escolherem a videochamada são direcionados à sala de telessaúde, onde são acompanhados por um profissional durante todo o atendimento. Na sala, equipada com uma televisão, o médico, que se encontra no complexo de telessaúde do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), no SIA, analisa o quadro clínico, orienta, prescreve medicamentos e decide sobre a necessidade de encaminhamento, quando necessário.
Telepediatria aumenta a capacidade de resposta
Além da contratação de novos pediatras, o IgesDF já começou a oferecer Teleconsulta Pediátrica nas UPAs de Sobradinho e Recanto das Emas. Essa implementação faz parte de um planejamento discutido desde 2025. A estratégia está atrelada à sazonalidade das doenças respiratórias no DF, que impactam, em grande parte, a população infantil. Historicamente, o aumento dos casos acontece entre março e julho.
No futuro, as UPAs de São Sebastião e Ceilândia I, que já oferecem atendimento pediátrico, também passarão a disponibilizar a opção de consultas por videochamada nessa especialidade. Ao aumentar o atendimento antes do período crítico, as unidades geridas pelo IgesDF se preparam para a alta demanda, assegurando organização, agilidade e segurança na assistência.
A iniciativa também aborda um desafio nacional: a falta de pediatras, uma realidade que afeta tanto a rede pública quanto a privada. O modelo amplia o acesso aos especialistas e reforça a capacidade de resposta da rede de saúde.

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