No programa Vozes da Comunidade, da ABBP, o deputado distrital Roosevelt Vilela expressou uma posição crítica e contrária à implementação das câmeras corporais nos uniformes dos policiais militares do Distrito Federal.
O deputado argumenta que a gravação ininterrupta (24 horas) retira a privacidade do policial em momentos de descontração, conversas particulares ou até em idas ao banheiro. Para ele, submeter o servidor a esse nível de vigilância constante é excessivo e prejudica o ambiente de trabalho.
Roosevelt sustenta que a ferramenta não é necessária na realidade atual de Brasília. Ele destaca que: Os índices de violência policial no DF são baixíssimos; Os casos de corrupção envolvendo a corporação beiram o zero; A eficácia na resolução de crimes (como o feminicídio) é altíssima, o que demonstraria que a polícia já atua de forma exemplar sem a necessidade do monitoramento por câmeras.
Um dos pontos centrais da fala do deputado é a necessidade de restaurar o respeito às autoridades. Ele defende que o policial goza de fé pública, ou seja, a palavra do oficial deve ter validade presumida até que se prove o contrário.
"Se eu quero respeitar o professor na sala de aula, também quero respeitar o policial. Temos que partir do princípio que o policial está falando a verdade", afirmou.
Embora reconheça que as câmeras poderiam servir como meio de prova para a defesa do próprio policial (em casos de agressão contra o servidor, por exemplo), ele acredita que os prejuízos à liberdade individual e à confiança na instituição superam os benefícios técnicos. Ele cita que o DF já possui um sistema de monitoramento robusto nas ruas (mais de 1.600 câmeras) que auxilia na segurança pública sem precisar invadir a individualidade do agente.
Roosevelt Vilela foi o quarto entrevistado pelo programa da Associação Brasileira dos Portais de Notícias – ABBP. Todo sábado no youtube e posteriormente é reproduzido nas rádios do Distrito Federal e Entorno.
O deputado argumenta que a gravação ininterrupta (24 horas) retira a privacidade do policial em momentos de descontração, conversas particulares ou até em idas ao banheiro. Para ele, submeter o servidor a esse nível de vigilância constante é excessivo e prejudica o ambiente de trabalho.
Roosevelt sustenta que a ferramenta não é necessária na realidade atual de Brasília. Ele destaca que: Os índices de violência policial no DF são baixíssimos; Os casos de corrupção envolvendo a corporação beiram o zero; A eficácia na resolução de crimes (como o feminicídio) é altíssima, o que demonstraria que a polícia já atua de forma exemplar sem a necessidade do monitoramento por câmeras.
Um dos pontos centrais da fala do deputado é a necessidade de restaurar o respeito às autoridades. Ele defende que o policial goza de fé pública, ou seja, a palavra do oficial deve ter validade presumida até que se prove o contrário.
"Se eu quero respeitar o professor na sala de aula, também quero respeitar o policial. Temos que partir do princípio que o policial está falando a verdade", afirmou.
Embora reconheça que as câmeras poderiam servir como meio de prova para a defesa do próprio policial (em casos de agressão contra o servidor, por exemplo), ele acredita que os prejuízos à liberdade individual e à confiança na instituição superam os benefícios técnicos. Ele cita que o DF já possui um sistema de monitoramento robusto nas ruas (mais de 1.600 câmeras) que auxilia na segurança pública sem precisar invadir a individualidade do agente.
Roosevelt Vilela foi o quarto entrevistado pelo programa da Associação Brasileira dos Portais de Notícias – ABBP. Todo sábado no youtube e posteriormente é reproduzido nas rádios do Distrito Federal e Entorno.

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