A capital federal viveu três dias de intensa movimentação criativa entre os dias 22 e 24 de maio, quando a Arena Mané Garrincha sediou o Pixel Show 2026. O festival, um dos maiores do gênero na América Latina, reuniu mais de 40 mil pessoas de todos os estados do país e transformou Brasília em ponto de encontro entre tecnologia, arte, design e empreendedorismo.
A programação foi ampla e intergeracional: palestras, workshops, exposições, instalações interativas, experiências em realidade estendida (XR), games, live arts e shows compuseram a grade de três dias. A entrada foi gratuita, e o evento contou com recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e sala de acolhimento sensorial, além de Espaço Kids com atividades educativas para o público infantil.
A realização foi fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estudos de Desenvolvimento do Varejo. Para o secretário Rafael Vitorino, o festival vai além da vitrine de tendências. "Eventos como o Pixel Show criam oportunidades reais, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal", afirmou.
A noite de abertura contou com a participação do humorista Maurício Meirelles, que conduziu o público por reflexões sobre comunicação e comportamento na era digital. Ao longo do festival, o palco recebeu nomes como o pesquisador Alexandre Kieling, o apresentador Rogério Vilela, o diretor da TV Globo Chico Leão, o rapper e criador de conteúdo Victor Massaki, as dubladores Bianca Alencar e Feh Dubs, além de influenciadores e artistas como Bibi Tatto, Yasmin Yassine, Dani Molo, Sebá Tapajós e Tiago Palma.
Um dos destaques da edição foi a Creative Market, espaço dedicado a 60 artistas independentes — entre ilustradores, designers e marcas autorais — que puderam expor e comercializar seu trabalho diretamente ao público.
Para Tonico Novaes, CEO do Pixel Show Brasília e da Next Gen, o resultado superou expectativas. "Brasília mostrou mais uma vez sua força criativa e sua capacidade de receber grandes eventos de inovação e cultura. Recebemos pessoas de praticamente todo o Brasil e isso nos deixa extremamente felizes", disse, acrescentando agradecimentos ao público brasiliense, visitantes de outros estados, parceiros e ao Governo do Distrito Federal.
Criado em 2005, o Pixel Show já percorreu cidades como São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Recife, acumulando mais de duas décadas de história na economia criativa. A próxima fronteira está além-mar: negociações em andamento preveem edições na Argentina e no Canadá em 2027.
A programação foi ampla e intergeracional: palestras, workshops, exposições, instalações interativas, experiências em realidade estendida (XR), games, live arts e shows compuseram a grade de três dias. A entrada foi gratuita, e o evento contou com recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e sala de acolhimento sensorial, além de Espaço Kids com atividades educativas para o público infantil.
A realização foi fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estudos de Desenvolvimento do Varejo. Para o secretário Rafael Vitorino, o festival vai além da vitrine de tendências. "Eventos como o Pixel Show criam oportunidades reais, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal", afirmou.
A noite de abertura contou com a participação do humorista Maurício Meirelles, que conduziu o público por reflexões sobre comunicação e comportamento na era digital. Ao longo do festival, o palco recebeu nomes como o pesquisador Alexandre Kieling, o apresentador Rogério Vilela, o diretor da TV Globo Chico Leão, o rapper e criador de conteúdo Victor Massaki, as dubladores Bianca Alencar e Feh Dubs, além de influenciadores e artistas como Bibi Tatto, Yasmin Yassine, Dani Molo, Sebá Tapajós e Tiago Palma.
Um dos destaques da edição foi a Creative Market, espaço dedicado a 60 artistas independentes — entre ilustradores, designers e marcas autorais — que puderam expor e comercializar seu trabalho diretamente ao público.
Para Tonico Novaes, CEO do Pixel Show Brasília e da Next Gen, o resultado superou expectativas. "Brasília mostrou mais uma vez sua força criativa e sua capacidade de receber grandes eventos de inovação e cultura. Recebemos pessoas de praticamente todo o Brasil e isso nos deixa extremamente felizes", disse, acrescentando agradecimentos ao público brasiliense, visitantes de outros estados, parceiros e ao Governo do Distrito Federal.
Criado em 2005, o Pixel Show já percorreu cidades como São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Recife, acumulando mais de duas décadas de história na economia criativa. A próxima fronteira está além-mar: negociações em andamento preveem edições na Argentina e no Canadá em 2027.

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