Cerca de 11 mil estabelecimentos no estado precisarão vincular operações com cartão e Pix à emissão de nota fiscal eletrônica; MEIs ficam de fora
A partir de segunda-feira (1º/6), aproximadamente 11 mil empresas goianas com faturamento anual superior a R$ 4,8 milhões serão obrigadas a integrar seus meios de pagamento eletrônico à emissão de documentos fiscais. A determinação é da Secretaria da Economia do Estado de Goiás e abrange todos os segmentos econômicos enquadrados nessa faixa de receita.
A medida vincula automaticamente transações realizadas por cartão de crédito, débito, Pix e demais instrumentos eletrônicos à emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e). Com a integração, os dados registrados nos terminais de pagamento passam a alimentar diretamente o sistema fiscal da empresa.
De acordo com a Secretaria da Economia, o objetivo é reforçar o controle das operações comerciais, reduzir o risco de fraudes e alinhar os contribuintes às exigências do novo sistema tributário previsto pela Reforma Tributária.
Prazo foi adiado duas vezes
O grupo que passa a ser obrigado a cumprir a regra na segunda-feira já teve o prazo prorrogado duas vezes. A exigência estava inicialmente prevista para 1º de março de 2026, mas foi postergada em duas etapas até a data atual.
A implementação gradual da medida teve início em novembro de 2025, quando supermercados, hipermercados, postos de combustíveis e farmácias com receita acima de R$ 4,8 milhões foram os primeiros a se adequar. Agora, a obrigatoriedade se estende aos demais setores nessa faixa de faturamento.
Calendário escalonado até dezembro
A Secretaria da Economia prevê a ampliação progressiva da exigência ao longo de 2026, seguindo um calendário escalonado por porte de empresa:
Em 1º de setembro, entram na regra as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), com receita anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. Em 1º de dezembro, a obrigatoriedade chega às microempresas de todos os segmentos, com faturamento anual de até R$ 360 mil.
Os Microempreendedores Individuais (MEIs) estão dispensados da integração.
Fonte: Agência Goiás de Notícias / Secretaria da Economia – Governo de Goiás
A partir de segunda-feira (1º/6), aproximadamente 11 mil empresas goianas com faturamento anual superior a R$ 4,8 milhões serão obrigadas a integrar seus meios de pagamento eletrônico à emissão de documentos fiscais. A determinação é da Secretaria da Economia do Estado de Goiás e abrange todos os segmentos econômicos enquadrados nessa faixa de receita.
A medida vincula automaticamente transações realizadas por cartão de crédito, débito, Pix e demais instrumentos eletrônicos à emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e). Com a integração, os dados registrados nos terminais de pagamento passam a alimentar diretamente o sistema fiscal da empresa.
De acordo com a Secretaria da Economia, o objetivo é reforçar o controle das operações comerciais, reduzir o risco de fraudes e alinhar os contribuintes às exigências do novo sistema tributário previsto pela Reforma Tributária.
Prazo foi adiado duas vezes
O grupo que passa a ser obrigado a cumprir a regra na segunda-feira já teve o prazo prorrogado duas vezes. A exigência estava inicialmente prevista para 1º de março de 2026, mas foi postergada em duas etapas até a data atual.
A implementação gradual da medida teve início em novembro de 2025, quando supermercados, hipermercados, postos de combustíveis e farmácias com receita acima de R$ 4,8 milhões foram os primeiros a se adequar. Agora, a obrigatoriedade se estende aos demais setores nessa faixa de faturamento.
Calendário escalonado até dezembro
A Secretaria da Economia prevê a ampliação progressiva da exigência ao longo de 2026, seguindo um calendário escalonado por porte de empresa:
Em 1º de setembro, entram na regra as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), com receita anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. Em 1º de dezembro, a obrigatoriedade chega às microempresas de todos os segmentos, com faturamento anual de até R$ 360 mil.
Os Microempreendedores Individuais (MEIs) estão dispensados da integração.
Fonte: Agência Goiás de Notícias / Secretaria da Economia – Governo de Goiás


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