O mercado de trabalho goiano seguiu em expansão no início do ano. Segundo dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o estado gerou um saldo positivo de 11.681 postos com carteira assinada em março de 2026 — resultado de 96.367 contratações frente a 84.686 demissões no período. Com isso, Goiás encerrou o mês com 1.657.667 vínculos formais ativos.

O desempenho colocou Goiás na liderança da geração de empregos entre os estados do Centro-Oeste, à frente do Distrito Federal, que abriu 6.711 vagas, e de Mato Grosso do Sul, com 3.554. Mato Grosso foi o único da região a registrar resultado negativo, com perda de 1.716 postos.

O setor de serviços foi o grande motor da geração de empregos no estado, respondendo por 4.469 novas vagas. A indústria ficou em segundo lugar, com 3.166 contratações líquidas. Os demais setores também contribuíram positivamente: a construção civil abriu 1.556 postos, a agropecuária somou 1.367 e o comércio registrou 1.123 novas vagas.

Para o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant'Anna Braga Filho, os números refletem a solidez da economia goiana. Segundo ele, as políticas de atração de investimentos e o apoio ao produtor local estão se traduzindo em emprego e renda para a população, consolidando Goiás como um ambiente favorável tanto para trabalhadores quanto para empreendedores.

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