O investimento realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019, por meio da Emater-DF, visa aumentar a produtividade e a renda, além de estimular a permanência dos trabalhadores rurais em suas atividades.
Com um total superior a R$ 65 milhões destinados ao crédito rural desde 2019, o GDF tem proporcionado aos produtores o acesso a financiamentos com juros reduzidos e assistência técnica contínua. Esta ação, gerida pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), tem fortalecido a produção agrícola, promovido a modernização das propriedades e dinamizado a economia nas áreas rurais.
Os recursos podem ser aplicados tanto em investimentos — como a aquisição de maquinários, sistemas de irrigação e energia solar — quanto em custeio, que inclui a compra de insumos e mudas. Ademais, os produtores têm prazos de carência que permitem iniciar os pagamentos somente após a colheita.
Transformação de vida
A mudança de cenário é evidenciada pelo irmão de Valdeci, o agricultor Evanildo de Souza Athayde, que reside em outra propriedade na Taquara. No início de sua jornada no campo, antes de acessar o crédito, ele enfrentava dificuldades e não possuía recursos para investimentos, dependendo de métodos rudimentares de irrigação e lidando com limitações estruturais. Com o suporte da Emater-DF desde a década de 1990, Evanildo conseguiu adquirir equipamentos, modernizar seu sistema de irrigação e organizar sua produção. Hoje, cultiva pimenta-de-cheiro, jiló e pimentão, além de constatar melhorias nas condições de trabalho e na renda familiar.
Com um total superior a R$ 65 milhões destinados ao crédito rural desde 2019, o GDF tem proporcionado aos produtores o acesso a financiamentos com juros reduzidos e assistência técnica contínua. Esta ação, gerida pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), tem fortalecido a produção agrícola, promovido a modernização das propriedades e dinamizado a economia nas áreas rurais.
Os recursos podem ser aplicados tanto em investimentos — como a aquisição de maquinários, sistemas de irrigação e energia solar — quanto em custeio, que inclui a compra de insumos e mudas. Ademais, os produtores têm prazos de carência que permitem iniciar os pagamentos somente após a colheita.
Transformação de vida
A mudança de cenário é evidenciada pelo irmão de Valdeci, o agricultor Evanildo de Souza Athayde, que reside em outra propriedade na Taquara. No início de sua jornada no campo, antes de acessar o crédito, ele enfrentava dificuldades e não possuía recursos para investimentos, dependendo de métodos rudimentares de irrigação e lidando com limitações estruturais. Com o suporte da Emater-DF desde a década de 1990, Evanildo conseguiu adquirir equipamentos, modernizar seu sistema de irrigação e organizar sua produção. Hoje, cultiva pimenta-de-cheiro, jiló e pimentão, além de constatar melhorias nas condições de trabalho e na renda familiar.

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